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Plantas para catarro e bronquite

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Plantas para catarro e bronquite

As plantas medicinais sempre foram usadas devido ás suas virtudes na cura de maleitas e doenças.
As folhas secas são utilizadas para chás , infusões e xaropes, benéficos para quase tudo. Podem ser adquiridas nas ervanárias, já prontas para consumir, em sacquinhos que contêm o nome delas.
Para quem sofre de bronquite, por fumar em demasia ou devido às diferenças de temperatura ou mudança de estação, o ideal é optar por plantas expectorantes. Estas são indicadas para aumentar a secreção e a expulsão das mucosidades bronquicas. Facilitam ainda a expulsão dos escarros, limpam os canais da bronquite, traqueia e laringe. Por consequência, opõem-se aos prpgresso da bronquite, da pneumonia e da tuberculose e evitam edemas e tumores.
As principais são: a avenca que se encontra vulgarmente nas grutas, junto ás fontes, aos poços e à beira dos rios. Trata-se de um feto fácil de reconhecer, fácil de arrancar da terra para ser cultivada em casa e é utilizada pelos floristas para compor ramos de rosas ou outras flores. É um excelente peitoral, e emoliente. A sua infusão também pode ser usada para gargarejos em anginas. As folhas devem ser fervidas em infusão.
A tussilagem, planta frequente de locais húmidos, terrenos arborizados e margens dos rios. tem propriedades tónicas, expectorantes e resolutivas. Para catarro e tosse deve ferver-se oito ou dez flores por chávena.
è conveniente coar com um filtro as infusões de tussilagem para eliminar os pêlos dos papilhos, que podem provocar irritações de garganta. Está ainda indicada para a asma, feridas,pele, rugas, laringite, voz e tabagismo.
A hera-terrestre, é vulgar nos lugares húmidos e sombrios, baldios, é muito eficaz em catarros, irritações das mucosas,(tosse, asma,bronquite crónica). Externamente é um cicatrizante de feridas e trata ferúnculos, úlceras, gastrite, queimaduras, varizes mucosas intestinais e enfisema.
A alteia, é parente da malva-silvestre, alivia a irritação das mucosas inflamadas. A sua raiz sob a forma de tisana, é usada para gargarejar as inflamações da boca e laringe, osse por irritação da laringe, e bronquite das crianças. O chá é rico em mussilagem e auxiliar nas inflamações da mucosa do estômago e doenças dos intestinos. Pode utilizar-se a raíz, folhas e as flores, que têm propriedades emolientes.
A alteia é ainda ideal para constipações, gripe, ataques de tosse, irritação da traqueia, dores de garganta.Pode usar-se externamente para anginas, bochechos para aftas, ferúnculos, feridas inflamadas, afecções benignas e agudas de intestinos. Os banhos emolientes sã ainda aconselhados.
O nabo é utilizado para combater os catarros, bronquite e tosse convulsa. Pode ser obtido, deitando numa tigela camadas sucessivas de rodas finas de nabo cozido e açucar, deixando em repousovárias horas (tomar uma colher de sopa várias vezes ao dia).
A violeta é excelente para chás, á razão de dez folhas por chávena e é ideal para as afecções das vias respiratórias, bronquite, arrite, tosse, tumores e cancro.

Teresa Maria Batista Gil

Título: Plantas para catarro e bronquite

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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