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A pele que habito

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: DVD Filmes
Comentários: 4
A pele que habito

Logo no começo do filme o que se vê é um colo feminino a mostra que seduz aquele que planeja se vingar. A pessoa dona desse colo teve sua aparência completamente devastada por cirurgias, protagonizado pelo grande ator Antônio Bandeiras, de um grande cineasta espanhol. De forma lenta, através de lembranças do passado, o público começa a entender a estrutura dessa produção, trata-se de um filme denso que aborda temas delicados com muita perspicacia, tato e seriedade. Até ai fica bem nítido que é realmente um filme produzido por Almodovar.No filme se percebe uma grande não tolerância por aqueles que mantem relacionamentos que sejam homossexuais ,denso porque possui um ponto de vista onde nada pode ser analisado de forma simples, a pessoa que é transformada no filme teve seu corpo modificado de maneira agressiva.

Tudo isso deixa bem claro o estilo dessa produção. Que tenta e consegue chocar a telespectadora o longo do filme, fazemos muitas descobertas, como saber que a pessoa que teve o corpo modificado, é na verdade um homem que tentou abusar da filha do médico vingador.

A fúria do pai é justificava, mas o abuso não chegou de fato a ser cometido, porém a vitima filha do médico teve uma reação péssima, a mesma estava tomando remédios para depressão. Logo após isso, a moça aparece desmaiada e o pai a encontra e julga que ela foi estuprada. E decide investigar para saber quem foi o responsável pelo estupro. Depois de muito procurar, ele arma para o suposto estuprador. Simplesmente, o médico decide atropela-lo para depois sequestra-lo.

Lá ele fica trancado em uma espécie de masmorra dias a fio. Até que o médico decida o que fazer com ele. Então ele tem a ideia de transforma-lo em uma mulher, para que assim ele possa vingar a sua filha. Para isso, ele conta com a ajuda de outros médicos, que terminam colaborando para essa mudança de sexo.

E assim o filme vai crescendo, o roteiro vai criando força. Inclusive a relação do médico com sua vitima se aproxima cada vez mais. Tanto que ele termina se apaixonado pela aquela criação sua. Sem poder fazer nada o e rapaz, é obrigado a ceder ao assédio do médico. Porém, o médico deseja conquistar sua criação. Para isso ele enche o objeto de sua paixão de presentes.

Para saber mais tem que assistir ao filme que é muito bom por sinal.

Gabriela Torres

Título: A pele que habito

Autor: Gabriela Torres (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • gleison

    11-11-2014 às 00:46:08

    esse filme é bem ruim , médico transforma estuprador da filha na falecida esposa e passa a vara nele tem outras sub histórias pro final mas é tão ruim quanto a principal recomendo ver enquanto arruma a casa pra dizer que perdeu tempo

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    28-04-2014 às 04:36:02

    Nunca ouvi falar deste filme, parecer ser bem interessante. Obrigada!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 12:26:17

    Ao contrário de algumas pessoas, gosto de consultar, para alguns filmes, os resumos dos mesmos para me ajudar a decidir se os irei ou não ver. Em relação a este filme em particular, ainda que fosse desde logo apelativo porque tento fugir ao hábito de assistir exclusivamente a filmes norte-americanos, estava um pouco na dúvida acerca do seu nível de qualidade. No entanto, após ler a sua crítica acho que este filme merece uma espreitadela.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 18:54:28

    eu adorava ver este filme mas nunca tive a oportunidade. havia sempre um filme melhor em cartaz. no fim de ler o seu resumo da história fiquei super entusiasmada para ver. vou seguir o seu conselho e vou procurar o filme para ver. parabéns pelo seu artigo. e continue a postar resumo de filmes. obrigada.

    ¬ Responder

Comentários - A pele que habito

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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