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Comece bem o dia, tomando o pequeno-almoço!

Categoria: Alimentação
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Comentários: 1
Comece bem o dia, tomando o pequeno-almoço!

O pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia. Apesar desta evidência, muitos são o que o sacrificam e saltam, em nome de mais uns minutos na cama, da escolha da fatiota para vestir, de arrumações perfeitamente adiáveis, do habitual atraso, …

Todos sabemos, quanto mais não seja à custa de repetições sucessivas nos media, que um bom pequeno-almoço é indispensável para nos sentirmos bem e com força. Não obstante, muitas pessoas saem de casa sem o tomar, acabando por comer “porcarias” nalguma pastelaria ou café, ou por ficar em jejum até ao almoço. E o pior é que os filhos colhem estes maus exemplos e começam, desde tenra idade, a ir para a escola de estômago vazio. O resultado aparece sob a forma de cansaço, indolência, sonolência, desatenção, desconcentração…

O doutor Maximilian Otto Bircher (1867-1939), médico suíço, resolveu ajudar os seus pacientes a recuperar a saúde recorrendo exclusivamente aos meios naturais de que dispomos: ar puro, sol, água de nascentes, e alimentos (sobretudo verduras cruas, sumo de laranja acabado de espremer, cereais, queijos frescos e flocos). Para gozar de uma “saúde de ferro”, o Dr. Bircher aconselhava para o pequeno-almoço flocos de aveia com leite e fruta, a que os montanheses suíços ainda hoje chamam muesli. Segundo ele, este é um alimento fortificante e indispensável para o vigor das crianças e jovens em crescimento.

Num pequeno-almoço inteligente podem entrar uma boa fatia de pão, de preferência integral, com mel ou queijo fresco, um iogurte ou um copo de leite. Gastando um pouco mais de tempo, e apelando à imaginação, é possível personalizar este momento e torná-lo numa fonte de variedade e de prazer logo pela manhã.

A aveia é um cereal adequado aos estudantes e a quem tenha de fazer esforços físicos. É rica em calorias, que são facilmente utilizáveis, e de digestão célere. Os habitantes da Europa do Norte (Alemanha, Inglaterra, Escócia, Suécia, Suíça, Noruega, etcétera), são consumidores diários de aveia.

Os flocos de cereais são o produto do esmagamento dos grãos de cereais ligeiramente humedecidos; ficando tenros, estes não se partem. Os grãos esmagados são, posteriormente, secos, num processo lento, em fornos, a baixa temperatura. Os flocos daí resultantes apresentam fácil digestibilidade, mesmo crus; basta demolhá-los 10 minutos em leite, iogurte ou puré de vegetais. São ideais para o pequeno-almoço, uma vez que se transformam rapidamente em energia.

Com ou sem flocos, o que realmente importa é que tome consciência da necessidade e do valor de um bom pequeno-almoço. Não se esqueça que é «de manhã que se começa o dia»!



Maria Bijóias

Título: Comece bem o dia, tomando o pequeno-almoço!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAntenor

    14-08-2009 às 11:41:38

    Apesar de o pequeno almoço ser muito importante, nunca consigo comer nada de manhã, só passado algumas horas?
    Será normal?

    ¬ Responder

Comentários - Comece bem o dia, tomando o pequeno-almoço!

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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