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Escolher entre tanga, fio dental e cuecas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Visitas: 6
Comentários: 1
Escolher entre tanga, fio dental e cuecas

Antes de comprar roupa interior, é preciso saber as próprias medidas, conhecer o seu corpo e considerar o tipo de vestuário e a função de cada modelo de lingerie, a fim de poder escolher. Por exemplo, a roupa íntima desportiva apresenta especificidades, que passam pelo conforto e pela liberdade de movimentos; tratando-se de uma grávida, as características serão outras (e o tamanho também!), e por aí adiante.

Envergando um vestido muito justo, fica deveras feio notar-se a marca das cuecas ou do fio dental. Para estas situações, existem já umas cuecas cortadas a laser, sem costuras, que não marcam absolutamente nada. Com calças de ganga igualmente cingidas, que podem desenhar os vincos das cuecas, é melhor usar fio dental ou boxers. Por outro lado, é extremamente deselegante vestir roupa escura por baixo de roupa clara, e, tendo um rabo descaído, o fio dental é um inimigo portentoso a evitar, a não ser que se usem umas jeans que moldem o dito traseiro.

À semelhança da roupa que usamos por fora, a lingerie revela bastante sobre a pessoa. Rendas, transparências, cores garridas e protótipos insinuantes, indiciam uma mulher sensual, sexy e arrojada.

Uma adepta da liberdade e do desporto, de carácter prático e casual, optará por uma roupa interior confortável, de tonalidades claras ou padrões com flores, riscas ou bolinhas.

A mulher executiva, por seu turno, preferirá o corte clássico, com pormenores de requinte (sem, contudo, prescindir da discrição e da sobriedade), indicadores de elegância e bom gosto.

Independentemente do género de roupa interior, é importante que esta não seja muito apertada, para não originar problemas de circulação, vincos na pele e irritações quando usada durante algumas horas. Em acréscimo, há que dar primazia ao algodão ou a outras fibras naturais (como o bambu), com atributos desodorizantes e antibacterianos, e ter em conta os materiais que compõem essa lingerie (rendas, elásticos, forros, …).

Deve evitar-se a lavagem na máquina, mas, quando tal não for possível, é aconselhável recorrer a um saquinho próprio para peças delicadas (bem fechado) ou a uma fronha. Recomenda-se um detergente neutro, água fria e a dispensa de amaciador (que danifica os fios de elastano, presente em quase todos os tecidos). O ideal é que a secagem se processe ao ar livre, procurando a sombra, para acautelar o desgaste de tecidos e cores provocado pela máquina de secar e pelo próprio sol. De salientar que a roupa interior tem de ser muito bem enxaguada e não deve ser passada a ferro.



Maria Bijóias

Título: Escolher entre tanga, fio dental e cuecas

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    20-08-2014 às 14:24:45

    Bem interessante a escolha desses 3 tipos: a tanga, o fio dental e as cuecas. Bem, acho que vai do gosto e bom senso também.

    ¬ Responder

Comentários - Escolher entre tanga, fio dental e cuecas

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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