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Terapia de Casal

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Terapia de Casal

Todos os casais têm os seus atritos. Algumas discussões ou zangas fazem parte do dia-a-dia de qualquer casal e os altos e baixos são uma constante na vida de quem vive junto ou seja casado.

Enquanto esta rotina se mantém, muitas são as vezes em que as discussões ganham proporções inacreditáveis e levam a resultados drásticos. Estudos revelam que as separações e divórcios estão em aumento substancial e em causa podem estar as mais variadíssimas coisas. Dinheiro, traições ou puro e simplesmente incompatibilidade de feitios. Mas se quando se casaram os feitios eram perfeitos e consideravam-se verdadeiras almas gémeas, como se pode imaginar que o contrario seja motivo de divórcio?

Podemos colocar toda a culpa na pressão da sociedade, na rotina, no stress, no trabalho, enfim num mar de coisas. É possível que o possa fazer, mas deixe-me chocá-lo dizendo-lhe que a culpa é dos dois. A incompatibilidade de feitios só existe porque vocês os dois o permitem.

Mas se querem evitar uma separação ou um divórcio e querem saber viver em comum de forma saudável, acredite que tem uma salvação. Consulte um terapeuta de casal.

Muitos podem achar que está na moda que isso é coisa de casais que não sabem resolver os seus próprios problemas, enfim, uma quantidade de críticas e apontares de dedos que nunca mais acaba. No entanto, se a sua resolução é de facto resolver as coisas, não hesite.

Antes de mais, para consultar um terapeuta de casal, ambos deverão estar de acordo. Terá de ser uma luta a dois e nunca um contra o outro.

Um casal é feito pelos dois, mas cada um é um ser individual, pelo que é fundamental, cada um de vocês consultar o terapeuta sozinho. Encontrar-se e ser feliz consigo mesmo é fundamental, pois sem isto, viver a dois é uma epopeia. Com toda a certeza que o terapeuta vos vai aconselhar a não fazer acusações graves um ao outro. Modere-se e reflicta sobre os seus próprios erros. Tente resolve-los, e não exija demasiado da outra parte.

Viver em comum é sempre uma coisa complicada e a luta, conforme já foi dito, é a dois. Lutem por aquilo que vos juntou, sem terem a expectativa de que vão voltar a viver apaixonados como no 1º dia. Esqueça, pois isso não vai acontecer. No entanto é possível viver com amor, cumplicidade, harmonia e muita, muita felicidade.

Se não conseguir resolver os seus problemas conjugais, um terapeuta pode fazer alguns milagres.


Carla Horta

Título: Terapia de Casal

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Mr. Theklan

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • António Pais

    28-01-2014 às 22:22:15

    Boa noite.
    Estou a passar por uma situação de pré-divorcio (para já em fase de separação, a minha esposa abandonou o lar) e está-me a custar muito. Sinto que a situação se deveu a circunstancias que inconscientemente tanto um como o outro podiam evitar de acontecer, mas que teimosamente a minha esposa recusa-se a pedir (já lhe fiz o convite) aconselhamentos profissionais como os que vocês oferecem.
    Haverá alguma forma de uma clínica como a vossa entrar em contacto com o conjugue e fazer um convite para que se possa realizar a consulta?
    Amo muito a minha esposa e estou a sofrer imenso tendo já tido alguns episódios de ataques de pânico o que já me levou a chamar o 112 para que tivesse de ser avaliado por uma consulta de psiquiatria.
    O que poderei fazer? Continuo a pensar que a minha esposa não quer assumir que o comportamento (embora ache inconsciente) dela levou a que eu tivesse atitudes que não lhe agradou. E não houve violência domestica, não existem problemas associados a drogas ou álcool, não existe infidelidade ou outro tipo de situações lógicas e compreensivas.
    Obrigado.

    ¬ Responder

Comentários - Terapia de Casal

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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