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Seja um doador de medula óssea

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Seja um doador de medula óssea

Saiba que você pode ser um doador de medula óssea, basta você ter interesse em salvar vidas. É tão importante você saber que pode se dá e salvar uma vida. Hoje tenho a oportunidade de esclarecer sobre o transplante de medula óssea e dizer que você pode salvar vidas. Pois o transplante de medula óssea é uma modalidade terapêutica utilizada em tratamento de inúmeras das doenças hematológicas, benignas ou malignas; hereditárias ou adquiridas. O seu fundamento lógico para o transplante de células progenitoras está baseado no fato de que todas as células maduras que circulam no sangue, ou seja, glóbulos vermelhos, e glóbulos brancos e plaquetas provém de uma única célula, contida na medula óssea, que denominada célula progenitora ou “stem cell”, e é atualmente o termo mais amplamente e aceito, é células progenitoras hematopoéticas.

Assim, o termo transplante de medula óssea vêm sendo modificado por um termo mais específico que é o transplante de células progenitoras hematopoéticas, pois essa denominação reflete melhor o tipo de procedimento realizado, e o tipo de célula que o paciente irá receber para reconstituir sua medula óssea. A realização do transplante consiste na retirada de células progenitoras hematopoéticas. Estas células estão localizadas em adultos, principalmente nos ossos achatos como a bacia, esterno, costela e vértebras.

O procedimento consiste de múltiplas aspirações com de agulhas especiais. Podem-se obter as células progenitoras periféricas mobilizadas, com fator de crescimento (G-CSF), que vão circular na corrente sangüínea, e sendo coletadas através de máquinas denominadas leucaférese. As células progenitoras circulando na corrente sangüínea se implantam na medula óssea, iniciando a reconstituição hematopoética do paciente, após regime de condicionamento. O condicionamento é um uso de altas doses de quimioterapia associados ou não à radioterapia corporal para que o paciente seja tratado desta doença hematológica. Com a infusão de células progenitoras suficiente do paciente (que é transplante autólogo) ou de um doador próximo e compatível (que é transplante alogênico), a função da medula e a produção das células do sangue e é restaurada de maneira suficiente a permitir a recuperação de um tratamento intensivo. A indicação para transplante depende do tipo, e do estágio da doença e da idade do paciente. O paciente deve estar com a doença controlada. Não é todo o paciente que é portador de leucemia ou linfoma que têm indicação para realização de transplante. Portanto saiba que o critério para realizar um transplante está estabelecido em protocolos aprovados pelos Comitês de Ética.

Para se obter células progenitoras do sangue periférico, em número apropriado para o transplante, que é um equipamento chamado máquina de leucaférese. O sangue é separado e as células progenitoras são separadas de acordo com o seu peso, e armazenadas em um compartimento especial. As células progenitoras são infundidas no paciente, após o regime de condicionamento próprio para o transplante.
um paciente portador de leucemia ou linfoma que esteja em remissão, saiba, portanto que um transplante de células progenitoras será mais apropriado para a cura da doença do que outras formas de terapia. Se houver uma indicação de um transplante alogênico, e houver um doador compatível e disponível as células progenitoras saiba, portanto que há.

Saiba, portanto que há três formas de transplante o Alogênico que as células progenitoras vêm de um doador previamente selecionado por testes de compatibilidade, principalmente o HLA que antígeno de hispocompatibilidade leucocitária normalmente é identificado entre os familiares ou em bancos de medula óssea. Os bancos de medula óssea podem ter cadastrados de doadores adultos ou bancos de cordão umbilical. E o autólogo que é as células progenitoras que vem do próprio paciente. Já o singênico que as células progenitoras vêm de gêmeos idênticos, ou seja, univitelinos. Saiba, portanto o quanto você pode ser útil e salvar uma vida. Procure um banco de medula óssea e veja você um doador.



Waldiney Melo

Título: Seja um doador de medula óssea

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEduardo Landim Paim

    27-04-2010 às 19:53:40

    Estou cadastrado como doador, me sentirei honrado se tiver a chance de salvar uma vida.

    ¬ Responder

Comentários - Seja um doador de medula óssea

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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