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Início > Textos > Categoria > Saúde > Anti-transparente contribui para o cancro da mama

Anti-transparente contribui para o cancro da mama

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Anti-transparente contribui para o cancro da mama

Há algum tempo atrás, em um seminário, sobre cancro da mama, conduzido por médicos especialista no assunto. Durante os debates, perguntaram por que razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos era no peito é perto da axila. A pergunta não pode ser respondida na hora. Mas depois de algum tempo esta informação foi enviada, através de um relatório e para a alegria dos médicos especialista por a pergunta ter sido respondida. Foram Informar a uma paciente que estava fazer quimioterapia, e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que em que freqüentava. Agora quero compartilhar a informação com vocês.

A principal causa de cancro da mama é o uso de antitranspirantes. Sim anti-transpirante. A maioria dos produtos no mercado é uma combinação de anti-transpirante, desodorizantes. Vejam bem os rótulos! Desodorante está bem, mas anti-transpirante, não. A concentração das toxinas provoca a mutação das células do câncer. Eis aqui a razão: O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, e na área das virilhas e das axilas. As toxinas são eliminadas com a transpiração. Os anti-transpirante, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas. Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas.

Como não saem pelo suor o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços. A maioria dos tumores cancerígenos do seio ocorre neste quadrante superior da área da mama. Precisamente onde se encontram as glândulas. Já nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver cancro da mama por causa dos anti-transpirante. A diferença está no fato de que os anti-transpirante usados pelos homens não serem aplicados diretamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos das axiais. As mulheres que aplicam anti-transpirante logo após raparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.

Veja o quanto nós estamos, exposto a tudo, sem saber o que realmente usamos. Saiba que o cancaro da mama está a se tornar comum em nossas vidas, e este relato pode salvar algumas vidas.

Se de alguma forma duvidem desta informação, lembre-se que você próprio pode fazer suas próprias investigações. Provavelmente vão chegar à mesma conclusão, que tudo o que consumimos esta deixando o nosso organismo mais vulnerável a certas doenças.



Waldiney Melo

Título: Anti-transparente contribui para o cancro da mama

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    15-09-2012 às 15:57:45

    A informação contida no seu texto é desconhecida pela maioria da população, infelizmente. De facto, li há algum tempo um artigo que referia que os anti-transpirantes devem ser evitados uma vez que impedem a pele de eliminar toxinas, uma vez que impossibilitam a libertação de transpiração, tão necessária. Consultei posteriormente as embalagens de “desodorizante” no supermercado, espantando-me ao perceber que a maioria não é desodorizante, mas sim anti-transpirante. É necessário cuidado por parte do consumidor.

    ¬ Responder

Comentários - Anti-transparente contribui para o cancro da mama

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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