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Homossexualidade - qual o erro?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Homossexualidade - qual o erro?

O assunto da homossexualidade é um tema sensível e, por vezes, de difícil discussão. Por todo o lado ouvimos opiniões divergentes, algumas com fundamentos aprováveis, outras sem fundamentação alguma.

No entanto, para discutirmos este assunto com alguma racionalidade, vamos de volta às origens.

Na Antiguidade, impérios como o Grego e o Romano viam a homossexualidade como uma coisa banal. Eram comuns os bacanais (festividades em honra de Baco), que muitas vezes degeneravam em eventos homossexuais. Também as saunas e as piscinas eram convidativas para certas práticas como essa.
Posteriormente, com a aceitação geral da igreja Católica, a homossexualidade foi reprimida e fortemente reprovada.

PORQUE NÃO É ACEITE A HOMOSSEXUALIDADE?

A não aceitação da homossexualidade tem princípios históricos e religiosos, fundamentalmente. A igreja Católica, por exemplo, critica a homossexualidade, rotulando-a como portadora de princípios contrários à família. No entanto, podemos afirmar que um casal homossexual não pode construír uma família?

A resposta é “não”. A única separação entre os homossexuais e os heterossexuais é a questão reprodutiva. No entanto, isso levaria a um extremo no qual os casais inférteis deviam ser condenados também pela igreja Católica, pois não podem ter filhos. Seria isso justo? Um casal homossexual constitui família a partir do momento em que se junta numa casa, maritalmente. Embora não possam ter filhos, têm pais, sogros, irmãos, cunhados… Não será isso uma família?

Temos também outro ponto para a não aceitação da homossexualidade: o fantasma da SIDA.

A SIDA foi inicialmente tida como uma doença transmitida apenas pelos homossexuais masculinos. Não era considerada ameaçadora para os casais heterossexuais. Esta doença sempre se encontrou ligada a sub-mundos como a droga, a homossexualidade, a prostituição, entre outras, tendo conquistado uma repulsa geral. Os homossexuais foram então vistos como seres “sujos”, passíveis de transmitir doenças. No entanto, hoje temos a informação que necessitamos relativamente à SIDA, informação essa que é suficiente para saber que os homossexuais não são fontes de SIDA, sendo que a maioria não se encontra sequer infetado pelo virus.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS HOMOSSEXUAIS E OS HETEROSSEXUAIS?

A maior diferença entre os homossexuais e os heterossexuais é o sistema reprodutor e a capacidade de terem filhos biológicos. De resto, ambos têm sentimentos, afinidades, paixões… Todos eles sentem e todos eles sabem o que mais lhes agrada e lhes convem. Será a diferença assim tanta?

A HOMOSSEXUALIDADE É UMA DOENÇA?

Não. A homossexualidade foi, em tempos, categorizada como doença psíquica. No entanto, está provado que não o é. No entanto, pode resultar de disturbios hormonais, podendo ser considerada uma pequena modificação no comportamento funcional do corpo, mas nunca uma doença.

QUE DEVO FAZER ACERCA DOS HOMOSSEXUAIS?

Todos nós somos diferentes uns dos outros. A principal regra de vida em comunidade é a aceitação mútua. Devemos sempre lembrar-nos que antes das opções sexuais, religiosas, da cor, da nacionalidade, da literacia, do aspecto, somos todos humanos. Com a informação fornecida neste texto, cada um deve tomar a sua decisão em consciência.

Espero que se sintam mais esclarecidos acerca da homossexualidade. Tentem sempre olhar para cada pessoa como um ser Humano individual, pois todos nós somos passíveis de críticas infundadas.


Patrícia Carvalho

Título: Homossexualidade - qual o erro?

Autor: Patrícia Carvalho (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoWallace Randal

    13-09-2012 às 14:03:36

    Não há nada de bizarro, estranho ou ruim em ser gay, lésbica, transgênero, etc. Só há a diferença. E é a diferença que nos torna iguais e que nos torna únicos. Saber como lidar com as diferenças é o que define o caráter. Sou especialmente preocupado com os (as) trans, pois são os que mais sofrem por conta do preconceito lgbt. Espero que nossa geração caminhe um pouco mais para um mundo mais humano.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoPaulo

    28-06-2012 às 10:26:45

    O problema de muitas pessoas hoje em dia é o de quererem programar a vida de todas as outras de maneira a serem todos iguais para assim não serem inferiores a ninguém.. Mas já chega, cada um tem que ser como se sente feliz e concretizado...
    A vida não é nem poderá nunca ser comandada por, politica, religião, pessoas alheias..
    As escolhas da vida só a ela própria dizem respeito..

    ¬ Responder
  • Patrícia CarvalhoPatrícia Carvalho

    19-07-2012 às 17:12:20

    Sábias palavras, é verdade :)

    ¬ Responder
  • MiaumiaumiauSara Priscila

    01-07-2012 às 13:33:38

    Concordo com tudo ;) Ninguém deve fugir ao que é só porque a sociedade assim o diz

    ¬ Responder

Comentários - Homossexualidade - qual o erro?

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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