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A Importância do perdão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 1
A Importância do perdão

O ato de perdoar pode servir de meio ou mesmo de uma terapia de cura?

Senão vejamos: muitas vezes os problemas emocionais ou psicológicos podem ser devidos a sentimentos de rancor, fúria, ódio, inveja e outros considerados nefastos para o ser humano. Qualquer pessoa que seja acometida por um ou vários desses sintomas pode eventualmente sofrer de problema nervosos, tensão, problemas digestivos, devido ao facto de guardar esses sentimentos mesquinhos dentro de si próprio. É de toda a conveniência libertá-los para não estragarem o bem -estar e até mesmo diria, a própria imagem pessoal.

Deste modo o perdão é um bem que traz muitos benefícios para o corpo e mente. Se os conflitos forem banidos com este ato de perdoar o próximo, a vida torna-se mais harmoniosa e mais fácil .De nada adianta guardar os rancores da falta de perdão, pois este gesto traz consequências desastrosas na vida do odioso e dos outros.

Muitas pessoas fazem o papel de vítimas sofredoras porque não aprenderam a perdoar e a aprender com os seus erros e dos demais. E, em vez de progredirem ficam presos a um passado , do qual não conseguem sair. Temos como exemplo o divórcio que não é perdoado, o abandono de filhos e pais e vice versa e tantas outras coisas do dia a dia.

Provavelmente não têm coragem para se libertarem das mágoas do passado e sem saberem sacrificam o presente.

Deste modo os pensamentos positivos dão lugar aos negativos, dificultando mais a vida da pessoa. Isto porque o pensamento demasiado focado no positivo ou no negativo tem as suas consequências benéficas ou o reverso.

É muito frequente o ser humano ser vítima de injustiças da sociedade, da vida ou dos que convivem próximo, mas se os ressentimentos forem todos guardados, podem impedir o normal percurso de vida.

Assim, o facto de se perdoarem estas injustiças , dá lugar á libertação das mágoas acumuladas e consequentemente à construção de algo melhor. E, para perdoar basta simplesmente aceitar as coisas como são.

Este simples ato pode invariavelmente fazer restituir a esperança de uma nova vida, novos sentimentos, um mundo melhor. E, a esperança é uma emoção, uma atitude, uma forma de estar de bem com a vida. Simplesmente...

Pelo oposto não havendo a capacidade de perdoar é insistir na mágoa constante , no ressentimento, no sofrimento. Conclui-se que a dor pode tornar-se um vício, um remoer das coisas que não foram perdoadas, limpas da mente e do corpo.

O perdão é então muito salutar para a existência de qualquer ser humano e torna-se conveniente saber usá-lo para as modificações que necessitamos para uma vida melhor.

Insistir nele é um erro grave, causador de alguns infortúnios. Bani-lo pode ser uma tomada de consciência para o conhecimento do eu. Neste caso o ego em vez de ferido, sai fortalecido.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A Importância do perdão

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: Hamed Saber

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãolaryssa

    03-12-2012 às 12:32:53

    adorei gostei muito as letras cada palavrinhas chata nao entendi nada nao gostei po vc escrever isso
    eu tenho 14 anos e nao gossstei

    ¬ Responder

Comentários - A Importância do perdão

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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