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Início > Textos > Categoria > Mobiliário > Umidade nos armários: o que fazer?

Umidade nos armários: o que fazer?

Categoria: Mobiliário
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Comentários: 2
Umidade nos armários: o que fazer?

Abrir um armário e sentir o prazer de encontrar nele, um ambiente livre de umidade e mofo é muito bom, só que nem sempre é assim. Ás vezes, por questões que implicam o solo, a ventilação do cômodo e até mesmo a parede onde o armário foi instalado, favorecem umidade nos armários. Esse problema tem como ser amenizado com algumas simples medidas que servem como auxiliar e manutenção que evitam ou resolvem o problema da umidade.

Sem dúvida, ter um armário apresentando umidade é terrível, as roupas absorvem o cheiro que fica dentro do ambiente do armário e causa a impressão de que as roupas não estão limpas.

Imagine, marcar um encontro e ter que usar uma roupa com cheiro de mofo, aquele cheiro típico que lembra lugar úmido. Já passou por isso? Tomara que não, é o tipo de coisa que certamente não causa a melhor das impressões, o convidado ou a convidada, irá primeiramente se lembrar do cheiro da roupa ao recordar o encontro, mas é um outro assunto que tem jeito de gravar uma melhor impressão.

Caso não seja possível mover o armário para outro lugar, sugiro algumas dicas como as seguintes:

- Tire todas as roupas do armário, deixe as portas abertas e as gavetas também para arejar, é recomendável deixar uma vez por semana as portas e as gavetas abertas por pelo menos uns dez minutos para renovação do ar no interior do armário.

- Coleque giz nos cantos (dentro) do armário, o uso do giz diminui a umidade, se for um tipo de umidade muito crônica, além de colocar, passe giz pelos cantos também (no interior).

- Outra dica é usar cal virgem, o cal não deve ser jogado nem borrifado no armário, ponha uma quantidade de cal dentro de um vidro, tampe com tecido, use elástico para fixar bem o pano no vidro.

-O melhor é optar por vidro com boa base para não ficar tombando, tanto o giz como o cal, retem a umidade, lembrando que devem ser trocados após dois meses e assim sucetivamente.

- Outro importante cuidado; ao usar uma roupa, se não for lava-la, pendure-a um poco em lugar arejado antes de guarda-la no armário, a gordura do corpo favorece o mofo quando há umidade.

- Algumas pessoas usam carvão, folhas de louro e cânfora como auxiliares no combate a umidade mas isso depende da tolerância de cada um com esses aromas.


Sílvia Baptista

Título: Umidade nos armários: o que fazer?

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: taberandrew

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:43:15

    Isso é um problema bem comum mesmo. A Rua Direita se alegra com essas sugestões tão úteis.

    ¬ Responder
  • Flávio Leal Silvaedna siqueira

    22-07-2010 às 20:16:59

    onde consigo comprar giz para colocar em armários para reter a umidade

    ¬ Responder

Comentários - Umidade nos armários: o que fazer?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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