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Visite Astúrias!

Categoria: Viagens
Comentários: 2
Visite Astúrias!

O Principado das Astúrias é uma comunidade autônoma e uma província de Espanha. O seu idioma oficial é o castelhano e a capital é Oviedo. O idioma oficial é o castelhano. Também é usado o asturiano maioritariamente nas áreas rurais. Como curiosidade histórica, é sabido que após a queda do regime franquista, surgiu a necessidade de recuperar culturalmente o uso da língua asturiana. Em 1981 criou-se a Academia da Língua Asturiana para que esta língua fosse estudada e não se perdesse.

O título atribuído ao herdeiro do trono de Espanha, atualmente o príncipe Felipe, é o de Príncipe de Astúrias.

Devido à sua beleza esmagadora, esta província é conhecida como 'paraíso natural'.

Geograficamente, situa-se junto ao Mar Cantábrico, na parte norte da cordilheira Cantábrica. A oeste encontra a Galiza, a sul faz fronteira com Castela e Leão, a Este limita-se com a Cantábria e a Norte tem a zona litoral, onde termina abraçando o Mar Cantábrico.

O relevo das Astúrias é muito recortado e escarpado. A sua costa litoral tem belíssimas praias, rias e cabos recortados. Os cursos de água são curtos mas muito rápidos. Numa das suas zonas mais elevadas situa-se o seu Parque Natural com cerca de 2600 metros acima da altura do mar.

Oviedo é a sua cidade principal, a sua capital. A maior parte dos habitantes asturianos espalham-se ainda por Gijón, Langreo, Avilés e Mieres. Por outro lado, existem as zonas inóspitas e montanhosas onde praticamente não se encontra ninguém.

Gastronomicamente, a cozinha asturiana é muito rica e variada em aromas e sabores. O prato mais conhecido é a favada asturiana. É um prato guisado feito com favas de granja, uma variedade de feijão branco, acompanhada de chouriço, morcela, lacão e toucinho.

NO que diz respeito ao consumo de peixe, é de realçar a enorme variedade de pescados frescos e mariscos do Mar Cantábrico. Ao longo do seu território, existem mais de cem variedades diferentes de queijos artesanais. O 'Cabrales' é o mais popular.

Na hora de pedir a sobremesa, o doce mais tradicional é o arroz 'con leche', as 'casadielles', que são um tipo de empadas de massa folhada, com recheio de frutos secos variados previamente triturados, misturados com açúcar e regado com anis! Delicioso!
Para desfrutar das Astúrias tudo tem de ser bem apreciados, desde as suas paisagens magníficas à sua gastronomia. Visite as Astúrias!


Rua Direita

Título: Visite Astúrias!

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Carina Anjo

    04-11-2014 às 11:40:37

    Um bom destino de férias sem dúvida!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    18-04-2014 às 23:13:10

    A Rua Direita incentiva a conhecer esse belo lugar! Muito bom o seu texto!

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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