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Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Categoria: Outros
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Comentários: 4
Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Cada vez mais somos escravos do consumismo. Viciámo-nos em «topos de gama», roupas de marca, na alta tecnologia, e em tudo o mais que é supérfluo, mas que acabamos por comprar porque a publicidade assim no-lo impinge, constantemente e em todo o lado. Os nossos filhos exigem-nos tudo o que os colegas usam, ainda que na semana seguinte já estejam noutra e tenham juntado mais um objecto àquela pirâmide de coisas que costumamos doar às famílias carenciadas por altura do Natal…

Fazemos uma lista de compras irrisória, pois na maioria das vezes, atafulhamos o carrinho de compras, com produtos da promoção, sem que no entanto, levemos para casa uma terça parte do que era suposto, e muito mais do que necessitávamos… Afinal, se todos têm… porque não havemos nós de ter também? E estava tão barato… Ainda que não nos faça falta nenhuma ou que acabemos por não comprar o que realmente necessitamos, por já termos estoirado com o saldo disponível para esse mês… O importante é seguir as modas e ter o que todos têm … Tudo está bem… desde que haja uma conta-ordenado ou um visa que nos tape os buracos no orçamento! E no mês seguinte, voltamos à carga !! E tudo recomeça de novo!

Não passamos sem os telemóveis, contactamos com os amigos e com os colegas de trabalho, com os que estão perto e com os que estão distantes, com tudo e com todos, por todos os motivos e mais algum, através de SMS, MMS, emails, chat’s ou messengers. Até os recibos de ordenado e as facturas das contas da luz, telefone, Internet, TV Cabo, etc, já vêm por suporte informático, a fim de poupar papel… Sabemos tudo o que se passa em casa dum amigo que vive do outro lado do mundo e que nunca vimos, o qual apenas conhecemos por «navegar» nos mesmos «sites» que nós, e muitas das vezes, não nos damos ao trabalho de perguntar a quem está sentado ao nosso lado, às pessoas que amamos, aos nossos amigos, ou às pessoas com quem trabalhamos, como estão de saúde, como lhes corre a vida, quais os hobbies que têm, que tipo de desporto praticam, o que fazem nos tempos livres, ou porque têm um olhar tão triste, ou um semblante tão carregado… Quantas vezes por mera casualidade não descobrimos interesses comuns e que desconhecíamos completamente, com as pessoas que nos estão próximas?? Muitas vezes, inclusive, com anos infinitos de convívio diário….

Quantas são as pessoas que se envolvem em causas humanitárias a nível mundial, e fingem ignorar as dificuldades do vizinho da frente? Quantas voltam o olhar quando encontram à porta dum supermercado algum mendigo a pedir comida para os filhos? Quantos atravessam a rua quando se deparam com alguém que dorme tendo o céu como tecto e um jornal como cobertor, e no entanto, fazem voluntariado a servir sopas aos sem abrigo numa associação qualquer, ou voam no primeiro avião para ajudar os carenciados num país longínquo nos confins do continente africano ?? quantos juntam latas de conserva, arroz e açúcar para enviar para uma zona destruída por um tufão, mas jamais se lembraram de oferece um prato de comida ao vizinho de cima, que tem 4 filhos para sustentar e está desempregado à 3 meses? É importante fazer tudo isso, mas não o é menos, fazermos o bem a quem está perto…
Na verdade, a humanidade desenvolveu todo o seu potencial científico, técnico e material, descobriu novos mundos, conquistou o inacreditável, e cada vez mais se afastou de si mesma. Poucos e raros, são aqueles que nunca deixaram de cultivar o espírito, que não se afastaram das suas crenças, que incentivaram o que o ser humano tem de melhor.

No entanto, a época é de mudança. Começarmo-nos a aperceber desse excesso de consumismo e dessa falta de apego ao que é espiritual, por si só, já é abrir uma brecha para um novo caminho…

Surge, actualmente, a percepção de tudo isto. O espírito de abertura, (ainda que não concordemos com o que dizem ou que duvidemos do que é dito), permite-nos abranger um número ilimitado de opções. Não é necessário ter uma fé cega em Deus, para que a vida corra melhor, mas é fulcral que acreditemos que tudo é possível, que tudo passa, que nada é em vão, que não há limites para quem crê e para quem luta persistentemente, sem nunca baixar os braços…

Convivermos com pessoas de diferentes idades, etnias, crenças, ideologias e nacionalidades, não nos torna iguais a elas, contudo, reafirma-nos que existem pessoas muito diferentes de nós, com grande valor e ideias diversas. Saber ouvir, observar, analisar o que dizem ou fazem, não nos leva a acreditar, mas leva-nos a aceitar a diferença, e como primeiro passo para a mudança e para a evolução, isso basta !!


Susana Farias

Título: Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Autor: Susana Farias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Susana FariasSusana Farias

    26-09-2014 às 20:56:07

    :) Gratidão, Fernanda!
    Bjoka grande; tudo de bom para si!

    ¬ Responder
  • Susana FariasSusana Farias

    26-09-2014 às 20:54:55

    Yuri, imensa gratidão pelas palavras!
    Concordo plenamente! Doar, repassar, reciclar, reformar, transformar, retransformar, são soluções ótimas!

    Não consigo entender o hábito da acumulação de objectos... muito menos que alguém tenha algo, "só porque sim", por ser "fashion" ou porque fulano ou sincrano tem...
    Segundo o Feng Shui, tudo deve ser usado ou passado adiante! O que não se usa, acumula mau Chi... é superflúo e estagna e drena a nossa energia! Uma casa simples, arejada, colorida e cheia de luz, faz qualquer um sentir-se em casa, ainda que viva só!

    :) Tudo de bom!

    ¬ Responder
  • Yuri SilvaYuri

    06-09-2014 às 18:37:32

    Por uma vida mais simples - este é o segredo! Custamos a descobrir que são os pequenos detalhes e uma vida simples. Aplique o hábito da eliminação, nos faz muito bem!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFernanda Gouveia e Sá

    10-08-2012 às 23:43:38

    :) excelente!
    Concordo

    ¬ Responder

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Dicas para decorar salas pequenas.

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Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

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Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

    ¬ Responder

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