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Início > Textos > Categoria > Fotografia > Como posso fotografar o meu animal de estimação?

Como posso fotografar o meu animal de estimação?

Categoria: Fotografia
Visitas: 4
Comentários: 2
Como posso fotografar o meu animal de estimação?

Um albúm de família nunca esta completo se lá faltarem fotografias dos nossos animais de quatro patas que connosco habitam. Todavia, fotografar um animal de estimação nunca é uma tarefa fácil: exige tempo, muita sensibilidade e toneladas de paciência., requendo quase as mesmas habilidades e técnicas que são necessárias para fotografar bébés e crianças pequenas.

A parte mais difícil de fotografar cães ou gatos é fazer com que eles fiquem parados o tempo suficiente para que a máquina capte a imagem pretendida sem que eles se mexam e nos estraguem a fotografia. Assim, deverá estudar bem o seu animal e descubrir o período do dia em que ele está mais relaxado. Outra opção é tentar encontrar momentos em que ele esteja entretido a brincar, a comer ou mesmo a dormir.

Fotografe o seu bichinho num ambiente no qual ele passe muito tempo, como o sofá, o tapete, o pátio, ou seja, um espaço onde o mesmo se sinta confortável e plenamente à vontade. Opte também pelo factor surpresa ou esconda-se de modo a que ele não sinta a sua presença.

Outro truque para fotos bem sucedidas é deitar-se no chão ou ajoelha-se. Só assim conseguirá captar as suas expressões e transmitir o mundo pela visão de cada um deles.

A utilização do zoom é por vezes indispensável, já que muitos dos nossos animais náo deixam que nos aproximemos em demasia.

Capte a imagem com rapidez, já que o animal expressa-se de modo rápido e espontâneo. Utilize o modo de “desporto” da sua máquina, já que este modo é o ideal para captar um animal que não pára quieto. Este modo utiliza uma velocidade do obturador mais rápida para captar o seu bichinho. Além disto, o modo de “desporto” utiliza um sistema de focalização especial que ajusta constantemente o foco da câmara. Sem isto a câmara foca uma vez e mantém dessa maneira, o que faz com que a fotografia fique desfocada se o bichinho se mexer

A luz natural é a melhor para fotografar animais, já que umailuminação forçada os assusta.

Aproveite estas dicas, pegue na máquina e passe bons momentos a fotografar o seu amigo. São recordações para a vida.



Catarina Bandeira

Título: Como posso fotografar o meu animal de estimação?

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 4

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 18:57:49

    Já tentei várias vezes fotografar meu cão e nunca sai como gostaria, pois eles se mexem muito. Já consegui tirar quando me escondo e ele está mexendo em algo, mas tem que ser bem rápida. Adoro meu cão e fotografá-lo é bom porque ficarão guardados por muito tempo!

    ¬ Responder
  • LarissaLarissa

    30-08-2009 às 19:03:38

    Meus animais não param nem um segundo .
    EU OS AMO
    ELES JA FAZEM PARTE DA MINHA VIDA...

    ¬ Responder

Comentários - Como posso fotografar o meu animal de estimação?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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