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A Luz Da Fotografia

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Fotografia
Visitas: 2
A Luz Da Fotografia

Já notou que num mesmo dia a gente pode tirar diversas fotos da mesma pessoa e só uma sai realmente bonita?

Isso porque fotografia é luz. Photo é uma palvra de origem grega e significa luz. Fotografia é um momento iluminado de luz e não apenas um registro.

Uma fotografia tirada nestes momentos de pura inspiração ótica, carrega consigo a magia de lembrarmos não apenas do momento em que foi tirada, mas também dos sentimentos experimentados quando a tal fotografia acontecia.

Hoje estamos livres dos rolos de filmes e de máquinas que não mostram a foto. As máquinas digitais atuais estão cada vez com mais recursos. Quanto mais megapixel melhor a qualidade na ampliação, maior fidelidade na cor e nas texturas. Algumas vêm com recursos tão interessantes, que às vezes ficamos incrédulos que tanta tecnologia caiba em tão pequeno espaço por um preço tão acessível.

Fico a imaginar como seria o encontro de um fotógrafo lambe-lambe com as atuais máquinas fotográficas, que tem um décimo do tamanho da sua, mas com qualidade centenas de vezes superior. Não querendo desmerecer o papel histórico dos lambe-lambes, pois sem eles a história das famílias dos século XIX não ficariam registradas.

Observe quando se fotografa alguém de uma máquina digital: na mesma hora a pessoa quer ver a imagem produzida, torce o nariz dizendo que ficou feia, pede para repetir ou sorri de pura felicidade com o resultado. Essa sutileza com a própria imagem é algo mágico.

O tamanho das máquinas digitais nos permite levá-las dentro da bolsa para qualquer evento ou para o dia a dia, afinal, nunca se sabe quando podemos estar diante de um flagrante interessante.

Nas adolescentes, podemos também observar um significativo aumento de sua autoestima pois se fotografam milhares de vezes todos os dias para publicarem na net, o que permite o conhecimento de seus ângulos positivos e negativos.

Nas máquinas digitais também encontramos recursos para fotografar crianças e animais (que se movimentam o tempo todo), paisagens com muita luz e com pouca luz, mas o mais legal é poder fotografar a vida, que acontece todos os dias: acompanhar o crescimento de uma criança, suas brincadeiras, seus diversos tipos de sorrisos (inclusive o fingido pois logo entendem o que é uma fotografia e quer sair bonita). Interessante é que até os animais domésticos posam para fotos, querendo participar deste encantamento.

Um detalhe: as máquinas de fotografar também filmam com ótima resolução. Enfim: completas!



Rosana Pegoraro

Título: A Luz Da Fotografia

Autor: Rosana Pegoraro (todos os textos)

Visitas: 2

650 

Imagem por: Travis Isaacs

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Travis Isaacs

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