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Salvar fotografias antigas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Fotografia
Visitas: 6
Comentários: 1
Salvar fotografias antigas

As fotografias antigas são autênticas relíquias. Se ao passear pelo baú da sua avó descobriu uma fotografia que lhe trás saudade, não se limite a guardá-la. Obviamente que a fotografia está danificada, riscada, estragada, mas é a única fotografia em que está com os amigos de infância na quinta dos avós. Não deixe de recordar em condições. Indicamos-lhe algumas formas de salvar o que o tempo teimou em queimar.

Vai precisar antes de mais de um computador e de um scanner. Procure na internet programas de edição de imagem. Alguns obrigam à compra, mas existem uns bastante bons que oferecem o trial por 30 dias. Aproveite e no fim se achar que vale a pena, compre.

Existem já no mercado muitos scanners bastante inteligentes que automaticamente recuperam defeitos de luminosidade ou contraste. Se não possui um destes scanners, obrigue-se a trabalhar as cores manualmente. O programa de edição de imagem é simples de usar e inevitável nestas situações.

Os programas de edição de imagem dar-lhe-ão a oportunidade de usar filtros para pequenos ajustes e permitem mexer nas definições para obter os melhores efeitos.

Para obter uma fotografia com dois megapixels (como numa câmara digital), terá de usar a resolução de digitalização da ordem dos 300 dpi’s. Assim vai obter uma imagem com 1200*1800 pixels, isto porque as fotografias antigas têm uma dimensão diferente das mais recentes. As antigas tinham a dimensão de 10*15 cm (4*6 polegadas).

Se a sua ideia é fazer u poster (tipo A3), trabalhe para 600 dpi’s e assim sucessivamente se quiser ampliar cada vez mais a sua foto.

Relativamente á cor utilize no seu programa a opção de 24 bits. No entanto se a sua ideia é obter um nível elevado de detalhes (realçar as partes que têm pouca luz), utilize o dobro (48 bits).

Obviamente que terá de ter bastante paciência, mais ainda se a fotografia estiver muito danificada ou se ao ampliá-la em demasia, os grãos fiquem realçados. Alguns programas têm solução para isto, pelo que deve ter especial atenção ao escolhe-lo.

Os filtros que encontrará no seu programa de gestão de fotografias vão ajudá-lo a obter correções não só na cor e luminosidade, mas também no último aspeto focado.

Para manchas e vincos, também estes programas estão preparados, mas se a fotografia tiver riscos, a sua perícia é importante pois terá de pintar por cima.

Divirta-se ao recuperar as marcas que o tempo teimou em deixar nas memórias que acabou de encontrar no sótão lá de casa.


Carla Horta

Título: Salvar fotografias antigas

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 6

778 

Imagem por: giumaiolini

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-05-2014 às 04:13:09

    Tenho algumas fotos antigas que ainda estão guardadas e não as deixo de apreciá-las. Até porque sempre é maravilhoso recordar os mais belos momentos com meus avós e primos.

    ¬ Responder

Comentários - Salvar fotografias antigas

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: giumaiolini

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