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Eternamente diamantes

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 2
Eternamente diamantes

Desde a antiguidade até os dias de hoje os diamantes exercem poder, pois garantem riqueza e beleza. O fascínio por essas gemas ficou evidente nas monarquias, época em que essas pedras preciosas eram muito cobiçadas. Reis e rainhas já ostentavam joias deslumbrantes. Nobres, artistas, poetas, colecionadores e adoradores das belezas naturais fizeram do diamante uma joia eternamente desejada. E assim é até os tempos atuais.

Os diamantes estão cercados de lendas e crenças sobre sua origem. Os gregos acreditavam que essas pedras eram as lágrimas dos deuses. Na Ásia, dizia-se haver um vale de diamantes guardado por cobras e aves de rapina. No Brasil, conta a lenda que Tupã, deus dos índios, transformou as lágrimas da índia Potira em diamantes, após ver sua tristeza ao saber que seu esposo havia morrido em combate.  Essas pedras representariam a saudade e o amor da índia. Conta também uma outra lenda que um dos mais famosos diamantes do mundo, conhecido como O olho do ídolo , foi dado em troca da princesa Rasheetah que havia sido raptada pelo sultão da Turquia.

Essas pedras ao longo da história já simbolizaram a cura, o amor, a longevidade e, hoje, o status social e a beleza da mulher. Os diamantes sempre estiveram presentes no imaginário e no desejo feminino. Com o passar do tempo firmaram-se como a representação do amor duradouro, puro e forte. Características presentes nessas gemas. Quanto mais raro e escasso, maior o valor comercial e de consumo dessa pedra preciosa.

Os diamantes passam por um delicado processo de lapidação até se transformarem na pedra que encontramos à venda. O mercado hoje está valorizando muito os diamantes coloridos. As joias feitas com estas gemas amarelas, azuis, vermelhas, marrons e rosas são extremamente belas e raras, atraindo, assim, os amantes dos clássicos símbolos da beleza e da arte, visto que o design de uma joia feita com esses diamantes é uma verdadeira obra de arte.

Essa exuberante pedra preciosa, denominada antigamente pedra do sol, em virtude de seu brilho, foi considerada por Marylin Monroe a melhor amiga das garotas. E, sem dúvida é, pois não há mulher que não se encante com esse brilhante, sinônimo de poder, beleza e luxo.

O diamante é, portanto, um raro e exclusivo presente da natureza a todos aqueles que sabem valorizar os mais delicados e belos acontecimentos naturais; pois cada diamante é único, com composição e característica particular.

Daí a magia dessa pedra preciosa: quando se presenteia alguém com um diamante, quer-se ornar essa pessoa com o que de mais belo, delicado e insubstituível há no mundo, fazendo com que a pessoa presenteada torne-se única e especial.


Rosana Fernandes

Título: Eternamente diamantes

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 4

798 

Imagem por: stevendepolo

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 15:31:56

    A gente sempre pensa que para chegar a um diamante brilhante é preciso que ele passe por horas e horas de trabalho doloroso. Assim, pode-se associar a vida, às vezes dói, mas no fim, ela fica brilhante e cheia de glamour.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Gustavo fonsecaGustavo fonseca

    28-03-2012 às 00:21:16

    Diamantes são pedras preciosas raras e as mais procuradas por todos,, isso é testemunhado tbm por grandes conflitos pela extrema extração do mesmo.o grande problema é que muitos destas extrações são de reservas em conflitos ..garimpados ilegalmente, são vendidos com o único objetivo de arrecadar dinheiro para grupos terroristas ou paramilitares rebeldes. Esses grupos ganham o dinheiro de que precisam para adquirir armas forçando homens, mulheres e crianças a garimpar diamantes. Quem quer que venha a protestar é executado diante dos olhos dos outros, ou sofre a ameaça de ter um membro amputado.A maior parte dos diamantes de regiões em conflito vem de Angola, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Libéria e Serra Leoa. Se você não for cauteloso ao comprar, podeestar adquirindo uma dessas pedras.asim tbm Os diamantes de zonas de conflito não são a única controvérsia que macula a imagem do comércio da pedra: questões de direitos humanos e dos animais também são freqüentes por ex na Índia bem como em certos países da África. Nos países africanos, as mineradoras usam crianças para garimpar espaços subterrâneos apertados nos quais adultos não cabem, ainda que o trabalho infantil seja ilegal. As cidades mineiras desses países africanos também sofrem incidência ampliada de homicídio e HIV, como resultado de invasões e do comércio sexual. Na Índia, crianças cuidam das menores pedras, porque têm vista melhor e dedos menores, mais apropriados para dar forma às minúsculas facetas. Desgaste severo da visão, lesões por movimentos repetitivos e infecções pulmonares causadas pela aspiração de diamantes são apenas alguns dos problemas que afligem esses trabalhadores.diamante sempre teve o grande problema é a ilegalidade diante do mesmo...de Gustavo Fonseca espero que tenham feito bom uso de minhas conclusões ..

    ¬ Responder

Comentários - Eternamente diamantes

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: stevendepolo

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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