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A escolha do primeiro barco

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Barcos
Visitas: 8
Comentários: 2
A escolha do primeiro barco

Um barco não é propriamente um bem muito barato. Assim que, para além de saber para que se quer a embarcação (lazer, regata, cruzeiro) e com que características (cabine aberta ou proa, vela ou a motor, nova ou usada), é preciso ter em atenção diversos fatores aquando da sua aquisição.

Se a pretensão for no sentido de comprar um barco novo, visitar exposições ou efetuar a transação no final do verão (que corresponde ao fim de época da moda) são alturas ideais para conseguir um bom negócio. Se, por outro lado, interessar mais uma embarcação usada, podem consultar-se, por exemplo, anúncios on-line ou recorrer a concessionários (que, não sendo tão amplamente difundidos como os de automóveis, se vão encontrando). Entretanto, os estaleiros também fornecem informações através dos seus sites, e há revistas da especialidade cujas edições dão conta de embarcações já testadas.

A decisão de comprar um barco, no caso de se ter família, não deve constituir uma surpresa mas uma aventura partilhada. É uma fase gira, em que se comunga de um mesmo sonho e se tenta convergir em pormenores que poderão evitar desentendimentos.

Convém, adicionalmente, fazer-se acompanhar (ou pedir previamente um parecer) de um especialista, que estará em condições de dispensar orientação acerca de particularidades que um a leigo na matéria nem ocorreriam. Ler bastante sobre o assunto, conversar com amigos que tenham barcos e frequentar marinas e clubes náuticos ajuda, de igual modo, a alargar os horizontes do conhecimento do mercado.

No que concerne ao tamanho da embarcação, primeiro é preciso constatar o que é que cabe no bolso, depois ponderar a satisfação da família, mas, acima de tudo, privilegiar a segurança. Tal como acontece com os carros, o primeiro barco servirá, sobretudo, para aprender e ir ganhando confiança. Portanto, se se escolher algo muito complicado e com uma sofisticação acima das próprias capacidades, a frustração será uma inevitabilidade. Não faltará tempo para passar a embarcações maiores!

Os barcos novos apresentam um design mais moderno, conhece-se a sua procedência e a montagem pode ser personalizada, desde o modelo do motor até aos tapetes ou capota. Os usados têm um preço inferior e já vêm equipados com os acessórios, o que facilita a vida de quem não sabe muito bem o que comprar.

Relativamente ao tipo da embarcação, os veleiros são mais lentos, não permitindo visitar numerosos locais no mesmo dia. O barco a motor, por seu turno, goza de uma agilidade maior e permite a prática de desportos como o wakeboard, o ski, o mergulho, etcétera. De salientar que os motores a gasolina são mais baratos, mas os movidos a diesel têm vantagens em termos de manutenção. Em acréscimo, as embarcações com o “V” do casco menos pronunciado são mais apropriadas para rio, enquanto que as que ostentam o ângulo “V” mais marcado possuem melhor desempenho no mar, pois proporcionam um bom corte das vagas.

Independentemente de tudo, os coletes salva-vidas, apitos, luzes químicas, extintores, uma caixa com ferramentas elementares, um kit de primeiros socorros e um rádio para comunicar não devem faltar em qualquer barco. Na bagagem, é útil levar ainda noções básicas de navegação e, quiçá, um curso de segurança.


Maria Bijóias

Título: A escolha do primeiro barco

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: ell brown

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    23-04-2014 às 17:25:10

    A Rua Direita orienta a escolher o primeiro barco identificando as razões pelo qual deseja adquirir. Até porque é um bem relativamente caro e sua manutenção também um grau elevado de custo. Se for para um passeio em família, se para o trabalho, se para alugar, então, muitos são os fatores. Depois, deve-se ter em mente que terás um gasto mensal, é preciso ter grana para sustentá-lo.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoRenan

    20-05-2010 às 14:03:05

    Falou, falou, falou e... não falou nada!

    ¬ Responder

Comentários - A escolha do primeiro barco

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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