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Restauraçao de pisos de madeira (Raspagem de tacos

Categoria: Serviços
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Restauraçao de pisos de madeira (Raspagem de tacos

Aplicadora brilho novo ,raspagem de tacos
(11) 4685-0313 Somos uma Empresa no ramo do Acabamento em pisos de Madeira
Restauração de tábuas, Assoalhos, Tacos, Parquets e Decks

Raspagem – Aplicação de Synteko, Bona e outras Resinas.

Nossos Serviços
Raspagem de tacos e assoalhos, calafetação (vedação das juntas) e aplicação de diversas resinas, entre elas o tradicional Synteko e toda linha Bona (sem cheiro), importada da Suécia, nas opções brilhante, semi-fosco e fosco. Em nossa equipe altamente qualificada executando serviços em : residências, edifícios, escritórios, shopping centers, quadras poliesportivas.

O serviço de raspagem e aplicação de resina em assoalhos e tacos de madeira consistem em:


Raspagem com lixa grossa para nivelamento do piso.
Raspagem com lixa media para a retirada dos riscos deixados pela lixa grossa.
Raspagem com lixa fina.
Calafetação das juntas.
Polimento do piso com lixa fina.
Limpeza Total do piso para retirada do pó.
Aplicação de resina e lixamento entre cada demão.


Tipos De Resinas:


Resinas a base de uréia e formol: Secagem lenta com cheiro forte e aspecto vitrificado.
Resinas a base de água: Secagem rápida e sem cheiro.




Traffic:


Desenvolvido p/ áreas comerciais e quadras poliesportivas;
Resistente ao tráfego intenso;
Bi-componente à base de água;
100% poliuretano. Acompanha catalisador;
Disponível nos acabamentos: semibrilho e fosco, dando uma "proteção invisível"


Mega:


Desenvolvido p/ áreas residenciais e outras áreas c/ trafego normal;
Mono-componente à bade de água;
100% poliuretano que usa o oxigênio como catalisador;
Mantém a textura natural da madeira;
Excelente resistência ao desgaste;
Disponível nos acabamentos: brilhante, semibrilho e fosco.


Seal(Base)


Selador que estabiliza a qualidade do verniz;
Mono-componente a base de água;
Secagem rápida.




Resina A Base De Uréia Formol.


Com ele todo mundo olha por onde pisa;
Tradição no tratamento em pisos de madeira;


Synteko VITTA (A Base De Água).


Aplicação Rápida E Sem Cheiro;
Mantém O Aspecto Natural Da Madeira;
Encontrado Nas Versões: Brilhante, Acetinado E Fosco.

Cuidados especiais e manutenção após a aplicação da Resina.
Os assoalhos tratados estarão protegidos por muito tempo, contudo é importante observar as seguintes recomendações.

Danos mais secundários e a maioria dos arranhões em um piso de madeira acontecem durante as duas primeiras semanas. Portanto seja muito cuidadoso no início

Durante os primeiros 30 dias:


Limpe o assoalho apenas com um pano seco e vassoura de pelo.
Não passe pano úmido.
Não deixe bater o sol no assoalho.
Não coloque tapetes (motivos:marcas)
Coloque os móveis nos devidos lugares sem arrastá-los, além disso convém colocar pequenos pedaços de feltro nos pés dos móveis para maior proteção.


Após 30 dias da aplicação:


Remoção da poeira deve ser feita com vassoura de pelo e pano úmido.
Manchas de tintas, gorduras, etc. deverão ser removidas somente com água, detergente neutro e sabão.
Não utilizar removedores (querosene ou aguarraz).
Não aplicar sobre Super Sinteco, ceras pastas ou líquidas que contenham solventes (querosene ou aguarraz).
Sempre que a intensidade de brilho diminuir, aplique uma camada de cera líquida própria para piso de madeira para renová-lo.


Jorge Machado

Título: Restauraçao de pisos de madeira (Raspagem de tacos

Autor: Jorge Machado (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    30-05-2014 às 00:10:07

    O bom desse serviço de restauração de pisos de madeira é que eles ficam como um novo! Nem parece que são antigos e essa é a melhor vantagem, sem necessitar que compre outro e coloque no piso. Muito bom!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJoão

    19-04-2014 às 11:49:58

    Eu experimentei e fizemos rasparem de tacos. Ficou muito bom, minha casa parece um chão novo, valeu aí, obrigado

    ¬ Responder

Comentários - Restauraçao de pisos de madeira (Raspagem de tacos

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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