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Saia Do Consumismo E Entre No Minimalismo

Categoria: Flash Read

Consumir é um hábito que todas as pessoas fazem. Até aí tudo bem, né? Precisamos de roupas, alimentos, produtos, utensílios para o lar, dentre outros. O problema é quando o consumismo vira um exagero, aquela paixão louca e desenfreada por possuir bens, produtos cada vez mais. É aquela mais nova tecnologia lançada no mercado, aquele novo carro, aquele sapato, vestido, enfim, há centenas de ofertas todos os dias para nós consumirmos.

O mundo oferece infinitas oportunidades para você comprar, mesmo sem ao menos necessitar daquilo. Assim, entramos sorrateiramente na onda do consumismo e não sabemos mais como sair dele. Se você deseja algo mais satisfatório na sua vida, então, simplifique-a entrando no minimalismo. Mas, o que é minimalismo?

Minimalismo


O minimalismo é um estilo de vida mais intenso, simples. É viver com o pouco, porém, de forma mais viva,mais bem aproveitada. É desprover de coisas fúteis, é ter um objetivo bem definido, é não se distrair com o muito, os excessos.

É priorizar os momentos com sua família, amigos, filhos e seu amor. É desacelerar o ritmo do mundo aproveitando cada olhar ao pôr do sol, é um viver mais calmo, sereno, é apreciar os detalhes que há ao seu redor.

Na verdadeira essência, o minimalismo é viver com intencionalidade das coisas que nos agregam valor, é remover o que nos distrai e o que nada nos acrescenta para vivermos satisfeitos, realizáveis e felizes.


Adriana Santos

Título: Saia Do Consumismo E Entre No Minimalismo

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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