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Manicura francesa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Comentários: 3
Manicura francesa

Manicura fracesa é um método de pintar as pontas das unhas de branco, método esse que tornou-se bastante conhecido em todo o mundo. Em alguns lugares, esse método é conhecido também como francesinha e é variado na forma de aplicação.

No Brasil por exemplo, vê-se algumas mulheres com as unhas pintadas em tons vibrantes e usando manicura francesa.

A forma mais tradicional é, pintar as unhas com cores claras com base de tom rosa suave, ou bege deixando a ponta da unha para ser pintada de branco. Essa maneira de pintar as unhas, dá um toque sútil de charme e elegância.

Fazer as unhas, é um termo empregado para o tratamento e limpeza das unhas que vai além da estética, é também uma questão de saúde. É possível detetar doenças pulmonares, cardiovasculares, doenças de pele e renais analisando as unhas, esse auxilío é apenas visual, o médico solicitará os devidos exames para fazer um diagnóstico.

No que diz respeito a doenças nas unhas, uma das mais conhecidas é a micose, para trata-la, não fique em casa fazendo experimentos com remédios caseiros, procure seu médico, digo isso porque micose é uma doença que dá nas unhas e que dependendo do grau da evolução, a unha pode cair e não para por aí, a micose é transmitida para as outras unhas saudáveis.

Uma vez que o assunto aqui é manicura francesa, não poderia deixar de abordar um pouco essas quetões de saúde pois, uma unha estéticamente perfeita e bem cuidada é fundamental.

As unhas são produzidas por uma proteína chamada queratina, as substâncias que ajudam o corpo a produzir a queratina vem das plantas, por isso uma alimentação saudável também tem papel importante para as unhas, fortalece o cescimento, evitando que fiquem fracas e quebradiças .

Para o cuidado e a manutenção das unhas, começe com um alicate removedor de cutículas, procure não remover as cutículas muito fundo, isso pode causar pequenas lesões que deixam o local dolorido podendo até inflamar. Antes de remover as cutículas, ponha as mãos em um pouco de água morna para facilitar a remoção, use também uma espátula para empurrar a parte seca das cutículas que ficam em cima das unhas. Lixe e apare as unhas no tamanho que desejar, pronto; agora pinte e por último faça uma barra com esmalte claro, pode ser perolado, na ponta das unhas e terá sua manicura francesa, lembrando que; manicura francesa se aplica, tanto nas mãos como nos pés.


Sílvia Baptista

Título: Manicura francesa

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: Pink Sherbet Photography

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    28-06-2014 às 19:24:35

    A manicure francesa nunca sai de moda, principalmente, entre as noivas. Acho muito meigo e elegante.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 20:20:54

    penso que a manicura francesa já não está muito na moda. lembro-me de alguns anos atrás ver muitas mulheres arranjadas deste modo. hoje em dia penso que a manicura simples, ao natural, é a opção preferida. eu, pessoalmente, gosto da manicura muito simples, mas brilhante. que mostre umas mãos cuidadas. gostei imenso do seu artigo. mostra que escreve com paixão e eu gosto de ler um artigo cheio de dedicação.

    ¬ Responder
  • valdilene Borges Machadovaldilene Borges Machado

    06-04-2012 às 04:44:58

    gostaria muito de receber informações sobre a profissão manicura,pois vou falar sobre a profissao na minha SIPAT,sou estudante do curso de Tecnico em Segurança do Trabalho.

    ¬ Responder

Comentários - Manicura francesa

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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