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Camisa para Senhora

Categoria: Vestuário
Comentários: 2
Camisa para Senhora

A camisa, não é nada mais, nada menos que uma das mais importantes peças de vestuário de qualquer guarda-roupa e da história moderna. Podemos indicar que a camisa como a conhecemos hoje, teve a sua origem muito antes que possamos imaginar, visto que a primeira peça de vestuário que mais se assemelha a ela, foi encontrada numa tumba de um faraó em 300 a.C.

Assim a camisa teve uma evolução e aceitação muito rápida a partir do século XX, a camisa deixou de ser uma peça de vestuário interior, para passar a ser, uma peça de vestuário exterior que era um símbolo de poder e posses na sociedade, sendo que a partir de 1920 tornou-se um item aceitável e procurado.

Pode-se referir que as túnicas foram as primeiras camisas, visto que praticamente quase todas as peças de vestuário que usamos no nosso dia-a-dia (camisas, t-shirts, sweats, etc.) como forma de taparmos o tronco, derivam da túnica, a camisa não é excepção.

A camisa não é, presentemente, uma peça de vestuário restrita a géneros, idades ou carteiras, como já poderá ter sido noutras épocas.

Podemos considerar que foi a partir da emancipação das mulheres e graças à sua luta pela igualdade de direitos, que as mulheres começaram a fazer uso da camisa como elemento do seu guarda-roupa, vindo a surtir o mesmo efeito que surtia para o homens, o mostrar de superioridade e pertença na sociedade e respectivas comunidades, como uma pessoa influente e reconhecida, pelos seus pares.

Presentemente, apesar de a camisa continuar a tomar este papel é também uma peça de vestuário não só para ser usada formalmente mas que também confere uma certa elegância ao corpo.

Quando for à procura de um camisa para si, tenha sempre em atenção às suas medidas, se não as souber não perde nada em pedir às funcionárias da loja para que a ajudem, porque as mulheres ao contrário dos homens têm mais factores (o peito e forma como a camisa conduz às ancas) a ponderar quando na procura da camisa com o melhor corte para o seu tipo de corpo. Leve também em atenção algumas das dicas dadas anteriormente na secção de dicas para homem, pois alguns pontos aplicam-se igualmente à mulher.

A deixar aqui apenas uma sugestão final. Senhoras, usar camisas para o trabalho com um fato ou calça de ganga e bota, óptimo. Atenções ao uso da camisa, no vosso dia-a-dia não queiram parecer sempre tão formais.


Bruno Jorge

Título: Camisa para Senhora

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 03:24:17

    A camisa para senhora deve mostrar decência acima de tudo. Além também de elegância e delicadeza, feminilidade.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    12-09-2012 às 12:50:27

    Uma camisa não tem necessariamente de ser sinónimo de formalidade. Existem padrões bastante jovens e que se juntarmos a umas calças de ganga ou a uns calções, a formalidade deixa de existir. O melhor das camisas é que podem ser vestidas de várias maneiras. Abertas com um top por baixo, entaladas nas calças, para fora delas e até com o nó à cintura.

    ¬ Responder

Comentários - Camisa para Senhora

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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