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Como Usar Cintos?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Comentários: 2
Como Usar Cintos?

A moda dos cintos veio para ficar. Finos, largos, com tachas, simples, fivelas grandes e pequenas, com mais do que uma… Enfim, a escolha é grande.
Os cintos deixaram há muito de ser uma forma de prender as calças e vincou a sua posição como acessório. Podem ser de todas as cores e quem julga que nos devemos limitar ao preto e ao castanho, desengane-se. Há que usar e abusar de todas as cores e feitios.
Mas a forma como se usam os cintos não pode ser só pelo gosto que temos. Associar o bom gosto na escolha àquilo que nos fica bem, é nos cintos uma regra tão importante como no uso de qualquer outra roupa.

Antes de mais tenha em atenção que alguns cintos são próprios para cada estação. Por exemplo, um cinto grosso tio vinil só deve ser usado no inverno, enquanto que um cinto branco é próprio para o inverno.
Tenha especial atenção ao seu corpo. Uma má escolha no uso de um cinto podem fazê-la demasiado magra ou demasiado gordinha.
Com saias ou calças de cós alto, um cinto fininho é o ideal e devem ser usados perto da cintura para causar uma imagem elegante.
Quanto aos cintos largos (grossos) devem ser usados na linha da cintura exatamente para definir o corpo e fazê-la parecer mais magra.

Se a sua medida for grandinha, evite os cintos muito apertados na cintura de forma a sobressair uma gordurinha acima e abaixo do vinco do cinto. Mas atenção, quando descaídos vão dar-lhe um look desleixado. Cintos grossos também devem ser evitados a quem está com uns quilinhos a mais.

Para as altas e magras, usem e abusem de cintos com grandes fivelas e até mesmo em calças de ganga, nunca deixe de os utilizar.
Mais uma dica? Se as calças tiverem presilha, o cinto deve ser lá usado, mas se não gostar, pode optar por vestir uma camisa para fora e assim já está autorizada ao uso do cinto fora das calças.

Com elásticos, finos, médios e grossos, em faixa… o mundo dos cintos é muito para além disso – É um universo de escolhas.
Um cinto altera e compõe um look e pode multiplicar o guarda-roupa de uma forma extraordinária. Prenda-os á sua cintura e sinta-se na moda.


Carla Horta

Título: Como Usar Cintos?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 03:00:59

    Adoro cintos, pois valorizam muito o nosso look. Gosto tanto de cintos finos como largos e o uso deve ser para cada momento e ocasião. Por exemplo, vestidos ficam melhor com cintos finos, já calças jeans ficam ótimos com cintos mais largos.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    11-09-2012 às 13:34:46

    Uma das melhores maneiras de usar os cintos, é naquelas manhãs em que nos atrasamos e não sabemos o que vestir. O cinto aqui é essencial. Vista umas calças pretas com uma camisa ou camisolinha preta e use um cinto de uma cor forte, como o vermelho ou o azul turquesa. Ficará bem vestida e o cinto vai ser o seu melhor aliado.

    ¬ Responder

Comentários - Como Usar Cintos?

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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