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O império holandês-abertura dos mares

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 28
Comentários: 4
O império holandês-abertura dos mares

No século XVI, vários povos disputavam os mares, por causa das imensas riquezas que traziam de outros povos.

Os países Ibéricos mantiveram o domínio da navegação nos mares recém descobertos até meados do século XVI. No entanto, a partir desta altura, os países como a Holanda, a inglaterra e a França passaram também a disputar o comércio colonial, primeiro com os ataques de corsários e depois com a ocupação territorial de alguns domínios que antes eram apenas pertença exclusiva de Portugal e Espanha.~

Estavam assim, criadas as condições para que a navegação dos mares se abrisse aos navios de outros países.

Esta era então, a chamada política do mare liberum ou mar aberto.
A partir dos finais do século XVI, os holandeses começaram a impor o seu domínio nos mares, tendo-se apoderado de territórios anteriormente dominados pelos portugueses no nordeste brasileiro, em àfrica e no Oriente.

Deste modo, são vários os fatores que contribuíram para que os holandeses conseguissem o domínio do comércio internacional até ao século XVII.

Os motivos foram: possúiam uma grande frota marítima, que lhes permitia fazer o transporte das merccadorias mais baratas, a tolerância política e religiosa permitiu a entrada de capitais estrangeiros, nomeadamente de cristãos novos perseguidos pela inquisição, a existência de uma burguesis forte e empreendedora, que cresceu graças ao comércio e a criação de grandes companhias de comércio , que se impunham nas áreas de comércio colonial dos países Ibéricos.
Para realizar o comércio de açucar e dos escravos, fundaram ainda a Companhia das índias ocidentais.

Os holandeses conseguiram durante muito tempo, formar um grande imério, que se notabilizou como o mais forte e poderoso , durante os descobrimentos.
Ainda no século XVI, Filipe II, de Espanha preparou uma forte e poderosa frota, para invadir a Inglaterra.

Procurava impedir o crecente poderio da rainha, Isabel I, apoiante dos corsários, que atacavam as pocessões ultramarinas de Portugal e Espanha. Assim, reuniu uma armada, a qual considerou invencível.

O confronto com a armada inglesa durou alguns dias, mas as pesadas embarcações espanholas tiveram dificuldade em resistir aos ágeis navios ingleses. Mas, um temporal ajudou também ao naufrágio e à dispersão da frota espanhola. A Invencível armada foi vencida.
No entanto, as rivalidades entre os vários países, continuou ainda, por causa das suas imensas riquezas.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O império holandês-abertura dos mares

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomaurolima

    14-01-2015 às 06:49:07

    eu queria saber mais

    ¬ Responder
  • Vicente SilvaVicente

    01-09-2014 às 14:49:19

    Muito bom! Os holandeses se destacaram por suas lutas. Isso é bem bonito de se ver. Adorei esse texto sobre o império holandês, abertura dos mares

    ¬ Responder
  • Garcia Pedro

    06-08-2013 às 06:29:08

    Quero saber Quais foram os principais factores que contribuiram para que os holandeses do comercio internacional durante o século 17

    ¬ Responder
  • Kris

    19-03-2016 às 15:46:31

    Podia ter mais informaçao ...

    ¬ Responder

Comentários - O império holandês-abertura dos mares

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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