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A mensagem do cristianismo

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 2
A mensagem do cristianismo

O cristianismo foi a primeira religião monoteísta, fundada com base na vida e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré. Na verdadem Jesus nasceu na Judeia, região onde viviam os hebreus, numa época em que o território pertencia ao Ímério Romano.

Os hebreus, eram monoteístas, e embora a sua religião fosse tolerada pelos romanos, muitos recusavam o domínio romano e abandonavam a sua terra, espalhando comunidades judaicas por todo o mundo.

Jesus Cristo, entre os 30 e 33 anos de idade, com os seus apóstolos, percorreram a Palestina pregando as suas ideias e passando uma mensagem que se baseava nos seguintes princípios:

Fraternidade e paz, o amor a Deus e ao próximo, a condenação da guerra, crença na salvação humana e na vida para além da morte, como recompensa das boas ações, universalidade e igualdade, de todos perante Deus, ricos e pobres, livres e escravos.
Estas mensagens sucitaram desagrado nalgumas camadas da população do Império, que estavam insatisfeitos com as desigualdades sociais.

Contudo, agradou a muitos judeus que consideravam Cristo como Messias, o seu salvador, e perante isto converteram-se ao cristianismo.

Foi então que o Grande Conselho Judaico e outros romanos consideraram Jesus de Nazaré um agitador da população e entregaram-no às autoridades romanas, para o condenarem.
Assim, Cristo foi condenado à morte por blasfémia, e por afirmar que era filho de Deus.
Deste modo, Pôncio Pilates, o representante do imperador na região da Judeia, mandou-o crucificar na cruz.

Esta morte reforçou ainda mais as ideias do cristianismo e os seus seguidores começaram a formar comunidades de cristâos, ou seja, seguidores de Cristo.
Após a sua morte, os apóstolos e os outros cristãos continuaram a divulgar as ideias do cristianismo.

Esta mensagem da nova religião, marcada pelas ideias de igualdade e esperança, foi atraindo cada vez mais pessoas. O cristianismo foi difundindo porque havia grande insatisfação em face das desigualdades e já havia uma boa rede de estradas que a facilitava.

O latim e o grego eram as duas línguas faladas no Império, o que facilitou a transmissão das mensagens. Contudo, o cristianismo foi visto como uma ameaça pelas autoridades, por pregar a fé, num só Deus.

Deste modo, recusava o culto ao imperador e não respeitava os romanos. Comecou então, a haver perseguições, em especial às catacumbas, onde se praticavam os cultos às escondidas.

Apesar das lutas e perseguições, os seguidores de Cristo aumentaram, em todas as classes.
Mais tarde o imperador Constantino, concedeu total liberdade aos cultos e Teodósio, adotou este, como religião oficial do império.

Esta religião ainda hoje marca a nossa cultura, com seus valores de tolerância, igualdade e justiça.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A mensagem do cristianismo

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 88

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    30-08-2014 às 22:08:51

    Eu amo o cristianismo. A sua mensagem traz conforto, alívio, amor. Não entendo como as pessoas a criticam tanto, sem ao menos, dar a chance de conhecê-lo melhor. Se formos comparar com outros tipos de idéias, princípios e estilo de vida, veremos que ela é a única fundamentada em valores beneficentes para a sociedade.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãolinda

    02-06-2014 às 23:20:24

    Deus é Fiel!

    ¬ Responder

Comentários - A mensagem do cristianismo

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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