Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Categoria: Outros
Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Seu segundo filho esta para nascer, é preciso ver e saber lidar com as diferentes reações e manifestações de insegurança de seu pequeno. São momentos muito difíceis para ele sempre que procura a mãe ela só está com o bebê no colo ou esta amamentando, quando acorda não encontra mais a mãe e nem o pai, as atenções agora esta só voltada para o bebê, e as visitas só querem saber do bebê, ultimamente tem sido assim a atenção só ele que tem. É preciso tomar uma atitude para retomar o posto roubado, e as estratégias podem ser diversas e de acordo com a sua idade, sua personalidade.

As crianças em idade de pré-escola, ou seja, de 3 a 6 anos são as que mais sofrem e apresentam dificuldades quando enfrentam essa situação. Elas se manifestam e ainda não estão preparadas para compreender e tolerar essa novidade, mas saiba também que os filhos com outras idades não encaram essas mudanças e situação tranquilamente, apesar de aceitar melhor essas transformações. Já os pequenos, menores de 3 anos, precisam de ajuda para dar nome a esse estranho sentimento de abandono engasgado no peito.algumas crianças tem ataques nervosos como cair no chão esperneando por nada, outras esnoba a mãe e o bebê, outros mostram sinais de regressão no comportamento, como: voltando a querer a mamadeira, chupar a chupeta, fazer xixi na cama, só quer comer se alguém der na boca, quer tomar banho na banheira junto com o bebê, outros até mesmo bate no bebê. Mas tenha paciência tudo isso é apenas uma palavrinha ciúmes.

As crianças não conhecem ainda este sentimento e não sabe se expressar de outra forma, por isso é que tentamos aqui ensinar a você trabalhar o emocional da criança, eles ainda são pequenos, para entender certas coisas que a cabeçinhas deles ainda não tem no seu raciocínio. Qualquer que seja a manifestação, a mensagem é uma só: eu estou morrendo de medo que o outro tome o meu lugar. Mas você mãe é a única que pode ajudar seu filho nessa hora, der a ele carinho e muito acolhimento físico, pois isso é mais importante do quer o verbal. Sempre que puder elogie, fale que o ama e que ele é sua preciosidade, ponha sempre que puder seu filho no colo, afinal nos primeiros meses no bebê fica a maior parte dormindo, e nestas horas você pode perfeitamente dedicar ao outro. As palavras jamais substituem o gesto de carinho, como o abraço gostoso e o beijo.

Waldiney Melo

Título: Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 0

716 

Comentários - Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um caminho para curar o transtorno alimentar

Ler próximo texto...

Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

Pesquisar mais textos:

Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios