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Novos São os Poemas

Categoria: Literatura
Novos São os Poemas

Assim
Assim que o vendaval
O nosso amor vencer para ao
Meu coração se dedicar a aquecer
Para que destruída seja a ilusão,
Fazendo com que o resquício de luz divina
Na escuridão se avance e
Alcance ao relento do vento que muitas vezes
Contra aos nossos desejos se sobrepõe
Atiçando aos atos que fira ao caráter que de um homem
Apaixonado devia ser como o atrito entre os nossos corações
Que mesmo indiferentes sejam,
Se completam para fazer imenso universo
A nossa casa e o nosso pasto de terras viçosas
Para que rosas vermelhas fossem plantadas.

Delírio
Delírio de um coração
Que preso às garras da paixão
Sem alternância para desprender-se,
Dessa droga que vicia
Ao mesmo tempo que às dores da alma
Alivia devido às resoluções da maldita ilusão,
Que ao mesmo tempo
Nos faz sonhar queimar à luz do sol
Com uma ilusão que erroneamente parece
Fazer da incessante paixão de seu delicado
E esmero fantoche.

O Calor
O calor do seu corpo
Que aquece minha alma,
Completa o meu coração destroçado
Pelo desejo do suicídio de sentimentos,
Do homicídio de sensações angustiantes
Que ao vê-la presa em uma cadeira me faz pensar
Já que uma tortura é vê-la nessa situação que
Por amor contravertido pela raiva que consome
Minha alma por inteiro fazendo-me sentir cala frio
Até a ponta da unha do dedão do pé esquerdo
Ou direito não sei direito ao certo por saber apenas
Que imaginar uma vida sem que esteja junto é uma tortura
Tão grande que não sei dimensionar por ser mais forte do que o
Desejo de ser livre dessa maldição
Que ao delírio me faz vivenciar com o singelo,
Mas amargo gosto da paixão.

A Indiferença
A indiferença que nos une
É a mesma que nos separa por alguns
Insignificantes acontecimentos que fizeram
Do nosso amor ser um destino,
Ser um caminho desprovido de tantas
Aventuras que do nosso coração
Parece tirar tinta como se algo maleável fosse
De tanto requinte que somente aos nobres esse prazer
De depenar nossas almas,
Escancarando o envergonhado coração,
Irradiado pela emoção de a todo momento tenha-a
Dentro do coração para se lembrar ao menos
Do delicado perfume com a qual o meu coração conquistou
E ao mesmo tempo desprezou como se apenas ódio
Houvesse dentro do coração ressecado pelo ódio.

Ressecado
Ressecado pelo ódio
O seu coração foi apodrecendo
Junto ao lixo que se acumula no Rio Tietê,
É sua alma poluída pela insana ilusão
Que sem compaixão
Escravizou sem dó essa paixão
Que de tudo faz para ver o sol amanhecer
Essa escuridão que escorraçou a paz
Ao meu coração convulsivamente
Chora devido à depressão que sem o sinônimo
De perdão ao meu coração que ao inferno empurrou
Depredando a si o inferno amordaçado pela própria inveja
De um com os outros que nada mais são do que o espelho de si
E do coração que feito pedra,
Sem vida luta para aos batimentos cardíacos voltar.


Kaique Barros

Título: Novos São os Poemas

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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A arte de trabalhar a madeira

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Tema: Serviços Construção
A arte de trabalhar a madeira\"Rua
A carpintaria constitui, digamos assim, a arte de trabalhar a madeira. É claro que, de acordo com o produto final, se percebe bem que uns carpinteiros são mais artistas do que outros…

Às vezes nem se trata tanto dos pormenores, mas mesmo de desvirtuar o que era a ideia inicial e constava da encomenda. Mal comparado, quase se assemelha à situação daquela aspirante a costureira que pretendia fazer uma camisola para o marido e, no fim, saíram umas calças!

Na construção civil, a madeira é utilizada para diversos fins, temporários ou definitivos. Na forma vitalícia (esperam os clientes!) incluem-se estruturas de cobertura, esquadrias (portas e janelas), forros, pisos e edifícios pré-fabricados.

Quase todos os tipos de madeira podem ser empregues na fabricação de móveis, mas alguns são preferidos pela sua beleza, durabilidade e utilidade. É conveniente conhecer as características básicas de todas as madeiras, como a solidez, a textura e a côr.

Ser capaz de identificar o género de madeira usado na mobília lá de casa pode ajudar a determinar o seu real valor. Imagine-se a possibilidade de uma cómoda velha, que estava prestes a engrossar o entulho para a recolha de lixo, ter sido feita com o que hoje se considera uma madeira rara.

É praticamente equivalente a um bilhete premiado do Euromilhões, dado que se possui uma autêntica relíquia! Nestes casos, a carpintaria entra na área do restauro e da recuperação. Afinal, nem tudo o que é velho se deita fora…

Por outro lado, as madeiras com textura mais fraca são frequentemente manchadas para ganhar personalidade. Aqui há que remover completamente o acabamento para se confirmar a verdadeira natureza da madeira.

É assim também com muita gente: tirando a capa, mostram-se autenticamente. Mas destes, nem um artificie com “bicho-carpinteiro” consegue fazer nada…!

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    23-09-2014 às 13:23:35

    Uma excelente técnica que penso ser muito bonito e sofisticado. A arte de trabalhar madeira está sempre em desenvolvimento e crescimento.

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita

    01-06-2014 às 05:18:46

    É ótimo o trabalho com a madeira. Pode-se perceber grandes obras que se faz com ela. Realmente, é uma verdadeira arte!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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