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Início > Textos > Categoria > Literatura > Literatura é uma arte

Literatura é uma arte

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Visitas: 50
Comentários: 13
Literatura é uma arte

Literatura é na sua essência, o que se chama de instrução, sendo que esta é como que uma compilação de conhecimento apresentada sob a forma de palavras, seja um conjunto de livros de literatura portuguesa, inglesa e etc. na literatura vemos a transformação de texto normal, num mais artístico, científico ou simplesmente literário.

Para que a Literatura, como pode ser chamada de ser produzida, e geralmente, é por pessoas (escritores), que tenham em si as regras utilizadas na escrita de um bom texto. Estas regras devem respeitar a gramática, a boa expressão, um amplo vocabulário e essencialmente, devem demonstrar o Saber que o escritor possui, acerca do tema que trata.

A aplicação destas regras, deve ser realizada de acordo, com o tipo de obra que se pretende produzir, assim as regras aplicadas a um romance, não serão as mesmas utilizadas para um poema ou livro com um foro mais técnico. Não se utiliza para um romance as mesmas técnicas científicas, palavras, termos e linguagem, que se utiliza para um manual técnico.

Quando se fala de literatura, existe sempre um nome associado a cada um dos livros a que nos referimos, o nome do escritor responsável pela sua criação. Este, para além de nós leitores tem o papel mais importante, nesta troca de Saber, pois ele tem o dom de conseguir através de uma aparente facilidade na ordenação de palavras, transportar-nos para outros mundos, épocas e até mesmo ensinar-nos acerca de temas que não aprendemos na escola.

As palavras em si, podem ultrapassar até mesmo ultrapassar o limite dos seus significados associados, e podem assim conquistar novas possibilidades de perceber a realidade, que o escritor pretende evidenciar. O caminho que a literatura percorre é o que o artista (escritor) sente, escolhe e através da manipulação das palavras, a escrita capta a realidade através dos sentimentos, exploração fonética, semântica, sintácticas e síntese.

Tal como a música, a pintura e a dança são consideradas uma arte, a literatura também o é, isto porque proporciona ao leitor, através de um conjunto de experiências que são vividas pelo leitor, a criação de novas experiências sem que aja a necessidade física de a experienciar e enfrentar.

Em suma, uma obra literária é o resultado das relações humanas entre o escritor, público e sociedade, o artista recria então um texto que, posteriormente pode ser lido de forma livre, este tendo prazer no que escreve, amplia sua habilidade na leitura e no texto. Há poemas que nós guardamos com carinho, há romances que nem sequer foram vendidos, como também há peças de teatro esquecidas já pelo tempo ou até mesmo aquele livro que não nos indicam, mas que nós gostamos de ler, isto e muito mais, é a Literatura.

"O homem que escreve sobre si mesmo e sobre o seu próprio tempo é aquele que escreve sobre todas as pessoas e todos os tempos."



Waldiney Melo

Título: Literatura é uma arte

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 50

811 

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Comentários     ( 13 )    recentes

  • ELIS JUNIOR DOURADO DE SOUSA

    23-06-2017 às 16:47:40

    QUANDO PESSOAS INTELIGENTE SE CALAM, IDIOTAS ACREDITAM TER RAZÃO

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 18:00:00

    Penso que a literatura é para todos! Não apenas para quem a lê, gosta, aprecia ou apenas para escritores. A literatura traz um conhecimento vasto do mundo, de si mesmo, de Deus!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Elis Júnior Dourado

    16-06-2013 às 12:26:27

    "O maior erro que você pode cometer, é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum".

    ¬ Responder
  • Sara gonçalves

    21-03-2013 às 07:56:45

    Estudar é a chave do sucesso

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAmanda Régis

    18-03-2013 às 07:06:08

    Parabens, seu texto ficou ótimo

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 17:56:56

    Eu adoro ler e não consigo compreender quem não gosta. Há algum tempo, uma amiga minha disse-me que detestava ler. Eu nem sei como consegui controlar-me de lhe dar uma lição de moral. A literatura é muito importante para a formação de um ser humano a nível intelectual. No mínimo, por ano, eu leio cerca de 50 livros, e mesmo assim, acho que é pouco. Juro que não consigo perceber quem não gosta de ler.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoLaiana

    09-08-2012 às 17:54:43

    Adorei esse texto, irá me ajudar em um trabalho de Literatura. Muito Obrigada!!

    ¬ Responder
  • Elis Júnior Dourado de SousaJD JUNIOR DOURADO

    27-07-2012 às 03:28:22

    "A preguiça caminha tão devagar que a pobreza em pouco
    tempo alcança."

    ¬ Responder
  • hozanahozana

    25-04-2012 às 11:41:52

    amei

    ¬ Responder
  • Elis Júnior Dourado de Sousajd junior

    03-04-2011 às 00:22:54

    @Elis Júnior Dourado de Sousa
    "Uma mentira pode até sustentar o seu ego por algum tempo, mas só a verdade poderá lhe oferecer a felicidade duradoura."

    ¬ Responder
  • Elis Júnior Dourado de SousaElis Júnior Dourado de Sousa

    27-02-2011 às 20:49:22

    Um alerta no escuro só surtirá efeito sob a luz da compreensão."

    ¬ Responder
  • Miguel Angelo Marinho de AraújoMiguel Angelo Marinho de Araújo

    07-02-2011 às 01:22:39

    Ler é dialogar, perceber o seu entorno, promover bem-estar para o corpo e a mente. É a manutenção da juventude.

    ¬ Responder
  • everthoneverthon

    30-11-2010 às 15:47:49

    cara muito legal o seu tema vai mi ajudar muito no meu trabalho di ingles fuizzzz

    ¬ Responder

Comentários - Literatura é uma arte

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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