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Início > Textos > Categoria > Literatura > Diz-me o que lês-te e dir-te-ei o que sabes!

Diz-me o que lês-te e dir-te-ei o que sabes!

Categoria: Literatura
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Diz-me o que lês-te e dir-te-ei o que sabes!

O acto de ler encanta e delicia muita gente. Para outros, porém, constitui uma enorme dificuldade, pela falta de tempo, incapacidade de concentração, inexistência de condições adequadas, dislexia, e uma infinidade de obstáculos, intrínsecos ou externos.

A leitura é um excelente meio de uma pessoa se cultivar, quando e onde lhe for mais oportuno, de se transportar a mundos e dimensões da existência que jamais poderiam ser percorridos de outro modo, de assimilar conteúdos vitais, de se auto-educar e auto-conhecer, de se comparar e de se impor uma disciplina, de se rir e divertir, de se emocionar e reconhecer vulnerável, de viajar sem sair do lugar, de sonhar sem limites!

Para quem não sabe ler, todavia, o âmbito da literatura não passa do relato de acontecimentos históricos e ensinamentos encerrados, como um tesouro, num cofre sem código de acesso. A taxa de analfabetismo, sobretudo em países e locais menos desenvolvidos, continua a apresentar valores preocupantes, especialmente porque a alfabetização é o primeiro passo do caminho da evolução, pessoal e comunitária. Nos últimos anos, tem-se verificado um esforço crescente no sentido da instrução até de reformados e idosos, recorrendo, maioritariamente, aos serviços gratuitos de voluntários abnegados. A satisfação de quem aprende e os progressos dos alunos representam para estes altruístas a compensação que buscam. Seja como for, convém que um analfabeto consiga ler mais que os pensamentos dos outros…!

As publicações diárias, semanais, mensais, bimensais, semestrais e anuais têm, para os leitores que as procuram, múltiplas utilidades e colmatam necessidades muito diversas, porque abordam temas absolutamente distintos, de maneiras divergentes, e socorrendo-se de linguagens particulares e adaptadas. Contudo, especificidades aparte, os livros granjeiam, do público em geral, o maior apreço. As feiras do livro reúnem, normalmente, milhares de visitantes, com pretensões e gostos dos mais variados quadrantes literários. Muitos são os que querem aproveitar para adquirir, a preços bastante mais convidativos, peças para o seu espólio cultural e decorativo. Efectivamente, as estantes guarnecidas conferem à casa um ambiente selecto e a concentração de assuntos, em formas e aparências diferentes. Por exemplo, um livro de matemática será sempre mais carrancudo do que qualquer outro, mas isso prende-se com o facto de ter muitos problemas…

Há quem preencha com a leitura uma grande fatia das suas horas vagas. Em casa ou vestindo a pele de autênticos “ratos de biblioteca”, devoram volumes inteiros num ápice, apoiados na máxima de que «o saber não ocupa lugar». Ainda bem, nomeadamente para os idosos (verdadeiras bibliotecas vivas) e aqueles que, de tanto ler, mais parecem enciclopédias com pernas, porque, de certeza, alguém se lembraria de lhes cobrar uma taxa sobre o espaço tomado por tanta sabedoria!



Maria Bijóias

Título: Diz-me o que lês-te e dir-te-ei o que sabes!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    11-09-2012 às 12:16:46

    Considero que aquilo que lemos diz muito de nós enquanto ser cultural, moral e social. Há três anos, antes de entrar para a universidade, lia os livros da saga Crepúsculo e achava que eram bons. Hoje, apenas três anos mais tarde, leio Melville, Steinbeck e Tolstoy. Não podia ter mudado mais.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    10-09-2012 às 13:29:13

    Eu leio muito mesmo. Arranjo sempre um tempo para ler e há sempre concentração quando o livro é óptimo. Naqueles dias chuvosos de Inverno, sabe tão bem ler um bom livro perto da lareira, rodeada pelos nossos entes queridos felizes. É muito entusiasmante quando leio um livro enorme em muito pouco tempo. Fico tão feliz que vou logo comprar outro livro. O pior é quando este já não corre tão bem, ou seja, seca.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãotiggs

    18-04-2010 às 20:42:41

    lês-te ou leste?

    ¬ Responder
  • Gabriel Rosa

    06-06-2015 às 15:08:31

    "leste"

    https://www.facebook.com/PortoEditora/posts/587379017966278

    ¬ Responder

Comentários - Diz-me o que lês-te e dir-te-ei o que sabes!

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Os primeiros brinquedos

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Tema: Brinquedos
Os primeiros brinquedos\"Rua
O brinquedo é mais do que um objecto para a criança se divertir e distrair, é também uma forma de conhecer o mundo que tem ao seu redor e para dar asas à sua imaginação. Desta forma, os brinquedos sempre estiveram presentes na sociedade.

Os primeiros brinquedos datam de 6500 anos atrás, no Japão, em que as crianças brincavam com bolas de fibra de bambu. Entretanto há 3000 anos surgiram os piões feitos de argila e decorados, na Babilónia.

No século XIII apareceram os soldadinhos de chumbo, porém só eram acessíveis às famílias nobres. Cinco séculos mais tarde, apareceram as caixas de música, criadas por relojoeiros suíços.

As bonecas são muito antigas, surgiram enquanto figuras adoradas como deusas, há 40 mil anos, mas a primeira fábrica abriu apenas em 1413 na Alemanha. Barbie, a boneca mais famosa do mundo, foi criada em 1959, mas ainda hoje é das mais apetecíveis pelas crianças.

O grande boom dos brinquedos aconteceu quando se descobriu o plástico para o fabrico. Mesmo assim, muitas famílias não podiam comprar brinquedos aos filhos, como tal, estes utilizavam diversos tipos de materiais e construíam os seus próprios brinquedos.

Actualmente, as crianças têm acesso a uma enorme variedade de brinquedos, desde bonecas, a carros telecomandados, a videojogos… Educativos ou apenas lúdicos, há de tudo e para todos os gostos e preços.

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Comentários

  • umdolitoys 23-01-2013 às 05:46:38

    Adorei a reportagem! e tenho algo para vocês verem!!

    Espero que gostem!!!

    ¬ Responder
  • sofia 22-07-2012 às 21:56:29

    Achei muito interecante e muito legal saber que ano foi fabricadoas bonecas

    ¬ Responder

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