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Início > Textos > Categoria > Literatura > Análise da literatura de Dan Brown.

Análise da literatura de Dan Brown.

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Comentários: 2
Análise da literatura de Dan Brown.

Dan Brown causou grande polêmica no mundo quando escreveu seu maior sucesso até agora: “O Código Da Vinci”. Através desta polêmica, seu nome entrou nos círculos literários e na imprensa mundial. Foi quando todo mundo quis ler a obra que estava sendo debatida por diversas fações de igrejas cristãs pelo mundo, principalmente a Igreja Católica e uma de suas ramificações - a Opus Dei. Foram escritos diversos livros que debatiam sua obra, religiosos fizeram manifestações por todo o mundo e a versão cinematográfica foi proibida de ser exibida em alguns países.

Por escrever num gênero de suspense, cheio de reviravoltas e ação rápida, em que toda a narrativa do livro se dá em algumas horas (thriller), levou a quem leu “O Código Da Vinci” a correr para ler seu livro anterior: “Anjos e Demônios”, que também virou um best seller  com adaptação para o cinema.

Mas o que tanto nos atrai em sua literatura, a ponto de ficarmos ansiosos esperando os próximos, comprando-os em pré-vendas sem sequer saber do que tratam?

O herói (ou heroína) são pessoas comuns, sem habilidades de super-heróis, usando sempre a inteligência, seus conhecimentos específicos e o raciocínio para elucidar os mistérios apresentados e vencer os vilões.  São profissionais bons no que fazem, curso superior,  pessoas com as quais nos identificamos.

As tramas também nos interessam, pois envolvem os maiores segredos da humanidade. É gostoso ler uma aventura que ao mencionar uma lenda, mito, dá-lhe uma explicaçãode fácil compreensão sobre religião, ciência, história e artes.  Dan já se aventurou em contar com  suas histórias alguns segredos dos: Cavaleiros Templários, Maçonaria, Priorado de Sião, Rosa Cruz, Illuminati, Santo Graal... Seus personagens já estiveram no Louvre, na Cidade do Vaticano e sua Biblioteca, na Capela Sistina, na Catedral de Rosslyn, no Capitólio, entre muitos outros, mesclando de forma deslumbrante o antigo e o novo, costumes e segredos dos povos que já nem existem mais a laboratórios com aceleradores de partículas (CERN), onde produzem  a antimatéria (LHC), a Agência de Segurança Nacional americana com super-computadores, além das conspirações envolvendo o Papa, o Presidente americano, a Cia, a Nasa e o próprio Jesus.

A cena mais emocionante e marcante é, sem dúvida nenhuma, o final do filme “O Código da Vinci”, onde Robert Langdon persegue a linha rosa em Paris, com uma música de fundo que vai crescendo conforme ele se aproxima do Santo Graal, até encontrá-lo e fazer a reverência digna de um cavaleiro templário. É o momento em que ele se torna um, pois é o detentor e protetor de um dos mais poderosos segredos da humanidade. Música do talentoso Hans Zimmer (Chevaliers de Sangreal).

Por seu novo livro (O Símbolo Perdido), foi criticado por uma jornalista do New York Times, que insinuou que a Maçonaria o teria silenciado, que havia descoberto algo, mas que não poderia revelar... Seria esse o princípio de uma nova polêmica?

Tem como maior colaboradora sua esposa: Blythe Brown, historiadora da arte.


Rosana Pegoraro

Título: Análise da literatura de Dan Brown.

Autor: Rosana Pegoraro (todos os textos)

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Imagem por: zimpenfish

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    11-09-2012 às 12:32:09

    Li O Código DaVinci, numa altura em que aquilo que com mais eficácia me atraía para os livros eram as respectivas versões adaptadas ao cinema. Li Dan Brown e, na altura, apreciei, achei inteligentes as suas teorias e elações. No entanto, não sou fã de Dan Brown. Tendo-me tornado, nos últimos anos, leitora das obras mais consagradas da literatura mundial, tornei-me exigente- quem sabe se demasiado exigente?- no que aos livros diz respeito.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    10-09-2012 às 15:15:14

    Tal como outras pessoas, eu fiquei viciada na literatura de Dan Brown. Li o Código da Vinci, Anjos e Demónios e A Câmara Digital. Estes foram alguns dos livros que eu li num ápice. São história que tem acção, romance, drama e muita sabedoria. Os filmes inspirados nos livros foram magníficos. O seu texto está muito apelativo e o tema é muito interessante, pelo menos para mim e para os fãs de Dan Brown.

    ¬ Responder

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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