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As jóias na antiguidade

Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 1
As jóias na antiguidade

Reza a história que a primeira jóia foi usada na época dos Homo Sapiens, já que os seus colares e braceletes incluíam jóias feitas de dente, de pedra e de osso. A verdade é que o homem sempre gostou de ser decorado com jóias, facto que contribuiu para o desenvolvimento da indústria joalheira.

Já no antigo Egipto a jóia assumia um papel de destaque, principalmente porque existia uma quantidade abundante de ouro e desde logo simbolizou o poder. Assim, era usada em vida, mas com a morte, os egípcios eram enterrados com elas.

Na Mesopotâmia a jóia era usada para adornar seres humanos e estátuas, sendo feitas de metais com pedras brilhantes e coloridas. Cada civilização imprimiu o seu cunho pessoal, como foi o caso do império bizantino, que seguindo os romanos, recorriam aos símbolos religiosos. A jóia era utilizada por mulheres ricas e os homens apenas usavam um anel.

O certo é que as jóias serviram várias funções ao longo dos tempos, mas nas épocas antigas a sua principal função foi defender as pessoas do mal e também para ser usada como moeda na troca de bens. Servia também para distinguir os governantes dos governados.

Actualmente, além de servir para adornar a roupa, é considerada um símbolo de status. Para todos os gostos, de diversos materiais e feitios, dos mais variados preços, as jóias continuam a agradar e são um negócio pouco atingido pela crise. Afinal, quem é que não gosta de ter uma boa jóia?


Rua Direita

Título: As jóias na antiguidade

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    22-09-2014 às 05:52:50

    Muito interessante descobrir como eram usadas as jóias e como tudo se iniciou! Muito bom mesmo!

    ¬ Responder

Comentários - As jóias na antiguidade

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Martelos e marrettas

Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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