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Uma Francesinha à Moda do Porto

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Visitas: 12
Uma Francesinha à Moda do Porto

E quem não se delicia com uma grande e calórica Francesinha? Nunca provou? Então não sabe o que está a perder. Se já o fez, sabe exatamente que iguaria única estou a falar.

Uma Francesinha aquece, alimenta, cura muitos males do corpo e da alma e acima de tudo, satisfaz qualquer barriga gulosa.

As francesinhas são conhecidas por Portugal inteiro, mas é no Porto que ganha notoriedade e distinção. Mas afinal porque razão se associa a Francesinha ao Porto e não a França como o nome indica? Qual é de facto a sua história?

Bem, como em todos os casos que envolve boa gastronomia, existem várias versões, mas vamos à mais conhecida e bem fundamentada.

Em plena Guerra Peninsular, as tropas de Napoleão tinham por hábito comer sandes de pão de forma recheando-as com todo o tipo de carne, de forma a alimentarem-se de forma rápida, prática, mas que enche-se. O queijo também era típico nestas sandes que depois de prontas, se tornavam altar e difíceis de comer à dentada.

Conta a história que em França estas sandes eram costume comum na alimentação dos Franceses como lanche ou snack bem recheado. Sandes conhecidas como “croque monsieur” fazem ainda hoje parte da gastronomia Francesa.

Consta que em 1950, chega ao porto, vindo de França, um emigrante Português de nome Daniel David Silva que se empregou na baixa do Porto. No Restaurante A Regaleira, empregou-se o homem com alguns hábitos trazidos de França e claro, o gosto por estas tostas habituais em frança.

Criou-a então de forma diferente e com um extra. O molho suculento e fantástico em que podemos embeber cada fatia de Francesinha que temos de comer com talheres, pois a altura não nos permite a dentadas típicas de sandes.

As Francesinhas são ricas em tudo o que é calórico, mas muito saboroso. Linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias, bife de vaca ou porco assado e ovo estrelado, tudo entalado em pão de forma. Para terminar, coloca-se queijo derretido por cima e envolve-se num prato com molho picante e batatas fritas.

Em 2011 a Francesinha foi considerada uma das 10 melhores sandes do mundo e são conhecidas mundialmente. Turistas visitam o nosso Porto e sabem através dos livros para turistas que não comer uma Francesinha é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa.

Viver sem comer uma Francesinha é não conhecer uma das coisas mais deliciosas que se podem provar em todo o mundo.


Carla Horta

Título: Uma Francesinha à Moda do Porto

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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