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Pão integral: o valor da fibra!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
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Comentários: 1
Pão integral: o valor da fibra!

Pão integral: o valor da fibra!
O pão integral, aconselhado a quem padece de determinados problemas de saúde, como a diabetes e a obesidade, é produzido à base de farinha de trigo, podendo, todavia, apresentar na sua constituição farinhas de centeio e milho.

No entender de alguns estudiosos, já se consumia pão integral na pré-história. Nessa época, não existiam meios de refinamento, pelo que os grãos de cereais eram esmagados e ensopados em água ou leite, sendo essa massa posta a secar ao ar e, posteriormente, cozida em pedras quentes.

Atualmente, a produção do pão integral pressupõe a moagem do grão na íntegra, sendo que as diferentes estruturas que o compõem, com características nutricionais distintas, estão patentes na farinha que daí resulta.

A ingestão de pão integral apresenta benefícios manifestos, por causa do elevado teor de fibra, decorrente da baixa refinação da farinha que o compõe. Esta circunstância leva a que o efeito saciante que provoca reduza a sensação de fome. Adicionalmente, a fibra insolúvel, abundante neste tipo de pão, regulariza o trânsito intestinal, o que representa vantagem em casos de obstipação. Todavia, é precisamente a esta fibra insolúvel que se liga um aumento da flatulência (gases), apontando-se como causa de algum mal-estar.

Comparativamente ao chamado pão branco, o pão integral apresenta valores calóricos ligeiramente superiores, e índices de glícidos e lípidos muito idênticos. As grandes disparidades dizem respeito aos teores de proteínas, de vitaminas, mormente as do complexo B, de minerais (como o magnésio) e de fibra.

A inserção do pão integral na alimentação é recomendada por diversas entidades e indicada a pessoas que pretendam seguir um programa alimentar de redução e/ou controlo de peso. O incitamento a preferir, o pão integral ao pão branco é consequência do seu alto teor em fibra, nutriente que contribui para ajudar a reduzir o apetite. O facto de ser rico em muitas vitaminas e minerais, pode, do mesmo modo, auxiliar a colmatar hipotéticas carências nutricionais derivadas da prática de dietas de redução ponderal mais limitativas. O aforismo «com peso e medida» aplica-se, neste contexto, a todas as variáveis envolvidas, incluindo as quantidades que se comem.

O recurso a alimentos ricos em fibra, como é o caso do pão integral, tem sido apontado por muitos, em várias situações, como coadjuvantes do organismo no que concerne à redução do risco de desenvolvimento de certas patologias, nas quais se enquadram alguns tipos de cancro, como o do cólon e o do reto. Não subestime o valor da fibra!


Maria Bijóias

Título: Pão integral: o valor da fibra!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Paulo Afonso de Lima CasanovaPaulo Afonso de Lima Casanova

    14-02-2011 às 20:20:55

    Como pão integral caseiro, que minha esposa faz, em uma maquina
    panificadora! São incríveis os beneficios, pois rico em carboidratos, e fibras. Uma fatia de pão integral + manteiga +mel
    puro tem tudo de bom! Paulinho.

    ¬ Responder

Comentários - Pão integral: o valor da fibra!

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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