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Esoterismo 101

Categoria: Outros
Esoterismo 101

Anjos, demónios, Deus, Deuses, Deusas, Elementais, Magia, Voodoo, maldições, Tarot e tantas outras coisas, fazem parte daquilo que apelidamos de esoterismo, e visto que presentemente este é um tópico que não se pode evitar em conversa com pessoas amigas, na televisão e imprensa escrita, a Ruadireita resolveu abrir uma nova categoria produtos e textos, que foquem todos estes assuntos, sendo o primeiro texto relativo a magia.

O que é magia?

A magia não é nada mais nada menos que a manipulação ou a capacidade de influenciar a matéria ou o destino através do poder da mente. Sim exactamente, a magia para quem acredita nela, é o reflexo no mundo físico do desejo ou vontade de alguém em obter um qualquer significado. Mas não é assim tão simples, nada é assim tão simples.

Todos nós temos desejos que gostaríamos que se tornassem realidade, mas na magia isso é só 30% do trabalho feito, o resto muitas vezes depende de factores externos, como auxiliares físicos do praticante (os quais variam de acordo com as suas crenças religiosas e cultos) e também da predisposição dos astros para facilitar a transformação de um qualquer pedido na realidade em vivemos.

Há quem diga que não exista magia boa ou magia negativa, a realidade é mesmo essa, a magia é pura em toda a sua essência, o praticante (bruxa ou bruxo) é que lhe confere a propriedade que a vai no final definir como boa ou má.

Recorrer a este tipo de trabalho, seja para o bem ou para o mal, é considerado como uma interrupção das leis da natureza, pois está a ir contra aquilo que se chama de destino. Mas como acreditamos que enquanto uma comunidade temos o dever de informar e discutir este tópico para ajudar com o máximo possível de informação quem tem dúvidas ou quem é pura-simplesmente curioso na área do esoterismo e ocultismo, contamos com todos vós.







Bruno Jorge

Título: Esoterismo 101

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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