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Língua Portuguesa: Senão Ou Se não?

Categoria: Flash Read

O uso de “senão” ou “se não” são perfeitamente corretas na língua portuguesa. Essas formas, na verdade, devem ser usadas em duas situações distintas. Na verdade, cada uma tem um significado diferente e basta você saber como empregá-la adequadamente. Por isso, saiba aqui como utilizá-la de forma correta e aprenda de maneira simples e prática!

Dica: Senão ou se não?


1) Se não = se (conjunção condicional = caso) + Não (advérbio de negação). Exemplo:
- Se não chover, haverá jogo (Caso não chova);
- O presidente nada assinará, se não houver consenso (Caso não haja consenso);

2) Usa-se Senão em quatro situações:
1. Senão = de outro modo, do contrário:
- Resolva agora, senão estamos perdidos (do contrário, estamos perdidos);
2. Senão = mas sim, porém:
- Não era caso de expulsão, senão de repreensão (mas sim de repreensão);
3. Senão = apenas, somente:
- Não se viam senão os pássaros (somente os pássaros eram vistos);
4. Senão = defeito, falha:
- Não houve um senão na sua apresentação ( não houve nenhuma falha, nenhum defeito).

Bem, como visto é importante saber usar os dois modos de acordo com o que se pretende transmitir. Espero que tenha sido útil a vocês!

Rafaela Coronel

Título: Língua Portuguesa: Senão Ou Se não?

Autor: Rafaela Coronel (todos os textos)

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

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