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Cleópatra

Categoria: Biografias
Cleópatra

Cleópatra, a soberana grega do Egito. Possivelmente tudo que o planeta sabe sobre ela esteja equivocado. Muitas versões a definem como fatal e de incomum beleza. Algumas versões mais apaixonadas, a definem como dona de uma beleza fenomenal.

Três séculos antes de Cleópatra governar o país mais rico do planeta, Alexandre, o grande, tinha terminado de conquistar o Egito. Tinha o desejo de ser considerado um deus, o grande guerreiro foi até templo de Siwa – onde fora sacramentado como um deus pelo sacerdote.

Alexandre conquistou o maior império de todos, seus domínios iam da Europa até a Ásia.

Cleópatra absolutamente inspirou suas metas, principalmente os políticos, as missões realizadas por Alexandre, o maior guerreiro e comandante que o planeta já conheceu. Ela era ambiciosa, insistente e sagaz, mas sua estética nada tinha de fenomenal, muito pelo contrário Cleópatra tinha aparência de uma mulher normal.

Cleópatra era descendente de soberanos gregos do Egito, os famosos ptolomáicos. Ela nasceu em uma ilha grega. Os cabelos eram ruivos e viviam despenteados. Não era mesmo uma mulher sensual. Se não era bela compensava na inteligência e sagacidade, com certeza foi isso que a fez uma das mulheres mais conhecidas no mundo inteiro.

O pai de Cleópatra, chamado Ptolomeu XII,era governante do Egito e ficou famoso por tocar flauta muito bem.Vivia focado nisso dando pouca atenção a assuntos referentes ao governo. Antes de completas 20 anos, Cleópatra perdeu seu progenitor. O testamento de seu pai dizia que o Egito deveria ser admininistrado por Cleópatra e um de seus irmãos. Porém isso não chegou a acontencer. Os irmãos viviam disputando o governo do Egito.

Cleópatra ficou famosa também por sua vida amorosa agitada. Muito de seus amantes foram generais e militares importantes da época entre eles: Marco Antônio e Júlio Cesar.Dois grandes generais romanos.

Até hoje a morte da rainha é um mistério, uns dizem que foi vítima de uma picada de uma naja outros afirmam que foi uma picada de uma víbora.Cleópatra teve dois filhos gêmeos que não tiveram grande importância histórica.Quase nunca se ouve falar deles.

De qualquer maneira essa será uma personalidade que nunca cairá no esquecimento. Cleópatra será para sempre a rainha do Egito.


Gabriela Torres

Título: Cleópatra

Autor: Gabriela Torres (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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