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Início > Textos > Categoria > Utilidades Domésticas > Como Transformar a Sua Roupa

Como Transformar a Sua Roupa

Comentários: 1
Como Transformar a Sua Roupa

Mulher que se preze adora ter roupa nova. Comprar, estar na moda, vestir-se de novo a cada época ou até mesmo uma peça de roupa por mês, é o desejo mínimo de cada mulher que anda por aí.

A emancipação das mulheres e a forma como ocupam o seu extraordinário lugar na sociedade de hoje, fazem com que gostem e primem naquilo que vestem e nos acessórios que usam. As mulheres gostam de estar bem vestidas, arranjadas e sentir-se bem no seu dia a dia com aquilo que trazem vestido. No entanto, existem alguns impedimentos para as compras tão desejadas que as mulheres (e muitos homens) adoram fazer. Numa altura em que comprar roupa pode ser complicado, difícil ou até mesmo impossível, qualquer mulher que se preze desespera por não ter um pequeno acessório ou até mesmo uma pequena peça de roupa.

As vidas financeiras dos Portuguesas não lhes permite a compras extraordinárias e é já normal ver mulheres a espreitar montras com um semblante triste.

No entanto, existem pequenas soluções que além de muito baratas (algumas nem custos associados têm) podem alterar o seu guarda-roupa que aos olhos dos outros e mesmo aos seus olhos vão transformar vão parecer roupas novas.

Por exemplo, se tiver uma saia comprida que já não usa, porque não colocar-lhe um elástico no cós? Desta forma pode puxar a saia para debaixo dos braços e depois prender na cintura com um cinto. Desta forma poderá passar a ter um vestido cai-cai.

Tem uma saia curta que já não usa porque a julga mais antiga? Coza uma faixa de cor neutra se o tecido da saia já tiver padrão, junto à bainha.

Se tem um casaco comprido, corte-o e coza-o de forma a transformá-lo num blazer tipo twity. Coloque-lhe um cinto com o tecido que sobrou ou faça uma flor em tecido numa cor diferente e coza-o na lapela em jeito de pregadeira.

Quanto a calças, coza uma faixa nos bolsos ou nas bainhas, mas tenha especial atenção porque estas pequenas rendas ou faixas podem cair no exagero.

Gosta de saias compridas? Então desfaça as calças à boca de sino e coza-as de forma a transformar numa saia.

Ajustar algumas roupas mais largas também é uma boa opção, mas tenha cuidado com certos tecidos como a pele ou o couro, pois são difíceis de cozer.

Descubra o mundo das transformações e veja revistas de moda. Com toda a certeza que irá descobrir que no seu guarda-roupa há um potencial extraordinário.


Carla Horta

Título: Como Transformar a Sua Roupa

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-06-2014 às 19:25:07

    A customização de roupa é uma forma de criação excelente. É possível transformar aquela blusa antiga, já gasta em uma saída de banho linda! O tingimento também é uma forma de transformar a roupa ficando como novas!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Como Transformar a Sua Roupa

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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