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Tráfico de antiguidades

Categoria: Antiguidades
Visitas: 11
Tráfico de antiguidades

Possuir uma antiguidade é sempre uma oportunidade aguardada por quem procura objectos de valor, raridades, peças de colecção ou simplesmente peças antigas, mesmo sem valor monetário, pelo simples gosto de possuir o que já não se faz hoje.

A melhor maneira de ter acesso a antiguidades é através de feiras que vão sendo feitas, mas mais facilmente através de lojas especializadas ou então através de vendas ou leilões na internet. Porém, este é um negócio que também tem vindo a ser alvo de tráfico, atingindo valores bastante elevados.

Difícil de precisar, mas actualmente o tráfico de antiguidades deve movimentar a nível mundial, entre quatro a 7,8 milhões de dólares por ano, tornando este mercado marginal o mais lucrativo depois do tráfico de droga e de armas.

Quem alerta para estes valores, é a Interpol, que tem tentando combater esta forma de crime e alertando para a estreita ligação existente entre comércio ilícito de antiguidades e o crime organizado. Com estas situações, os museus têm vindo a ser prejudicados, porque já são poucos os objectos de colecções antigas que surgem no mercado.

Ter uma antiguidade não é acessível a todos, porque a maioria dos objectos de maior valor histórico apresentam preços demasiado altos, os quais a maioria das pessoas não pode despender. Assim, as antiguidades são na maioria destinadas a uma classe alta, porém não desespere, quem sabe se não encontra uma boa oportunidade?


Rua Direita

Título: Tráfico de antiguidades

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Catherinette Rings Steampunk

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Fine and Mellow

Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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