Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Antiguidades > O vicio da antiguidade

O vicio da antiguidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Antiguidades
Visitas: 40
Comentários: 10
O vicio da antiguidade

Uns mais que outros, todos nós colecionamos qualquer coisa! Desde os objetos mais comuns, aos mais enigmáticos, encontram-se extraordinárias coleções por esse mundo fora. Existem coleções de selos, de caricas, de cromos, de latas de bebidas, etc., etc., etc.. Enfim, de tudo um pouco. Existem ainda os aficionados em antiguidades e colecionam autênticas obras, algumas raras, outras bastante valiosas.

São verdadeiros apaixonados pela história e tem a fantástica capacidade de ouvir os contos que as peças antigas têm para contar. Quem é colecionador de antiguidades, não é só um apaixonado pelo antigo, é um amante pela obra deixada!

Uma antiguidade não tem necessariamente de ser um móvel velho e desajeitado que se encontra no sótão da avó. Uma antiguidade é transformada por muitos destes colecionadores.

Exemplo disso são os colecionadores que não resistem a comprar uma peça antiga em muito mau estado, e com as mais variadas técnicas, reconstroem aquilo que o tempo mal tratou. Um colecionador não enamora só a peça, apaixona-se pelo seu renascer. Mais do que um hobby, a reconstrução exímia de uma peça antiga pode ser uma terapia. A capacidade de concentração e a paciência e insistência na perfeição da sua reconstrução, fazem deste trabalho uma obra na própria obra. Não se trata só da vontade de ver exposta uma antiguidade, mas de a fazer renascer.

Por outro lado, existem os apaixonados pela obra concretizada e restaurada. Também eles se entregam à procura e à insistente busca pela peça perfeita e exibem-na com a vaidade própria de um colecionador.

Estas peças podem ser encontradas nos mais variados locais. Desde lojas da especialidade, a feiras de antiguidades e até na internet.

Quem é colecionador, é obviamente o melhor conhecedor dos locais mais vantajosos para comprar uma antiguidade, mas com pequenas pesquisas muito facilmente encontramos os melhores sítios para as nossas compras de “coisas velhas”. Existem também feiras onde se vende de tudo e que conseguirá negociar uma peça única, ou ser aconselhado a procurar lojas ou lugares mais específicos.

Para todos os gostos das histórias antigas, encontram-se nestes locais fotografias, livros (algumas primeiras edições), toalhas e roupas antigas com extraordinários bordados antigos, porcelanas e loiças, pratas, espadas e antiguidades militares, estátuas e estatuetas ou mobiliário extraordinário que vai com toda a certeza impressionar os seus amigos.

Desengane-se quem acha que as casas destes colecionadores são autênticos museus de arte sacra. As antiguidades só precisam de um aspeto para o serem. Basta serem antigos. Uma peça antiga pode ser colocada em cima de uma mesa moderna, ou imagine uma coleção de livros antigos numa estante com designe contemporâneo.

Uma antiguidade é uma riqueza. É um pedaço de história. Arrisque e compre uma. Vai ver que um dia dará por si a imaginar as histórias que aquela peça já espreitou!


Carla Horta

Título: O vicio da antiguidade

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 40

787 

Imagem por: Valeriana Solaris

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 10 )    recentes

  • paulo

    07-01-2015 às 04:34:12

    tenho um bandolin com 150anos,Português, com assinatura do Luthier, ótimo estado de conservação.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    22-04-2014 às 15:16:01

    Qualquer tipo de peça que se use para colecionar, o mais importante é guardá-las com todo o carinho. Se for vício mesmo, que vício bom, hein?! A Rua Direita agradece pelo belíssimo texto.

    ¬ Responder
  • chico domingues

    22-11-2013 às 16:36:10

    Tenho para vender uma máquina de escrever de mais de 100 anos e mais: Livros, moedas, cédulas e muitas outras antiguidades e coleções.

    ¬ Responder
  • antonio

    15-09-2013 às 22:32:00

    tenho um,tijolo,marca philips DIGA.A funcionarcom 15 anos de idade.

    ¬ Responder
  • carlos

    07-05-2013 às 13:09:22

    boas tenho uma maquina de escrever antiga onde posso vender obrigado
    966696568

    ¬ Responder
  • cristina

    21-04-2013 às 10:50:12

    Santa rita muito antiga e bem estimada

    ¬ Responder
  • ezekezek

    13-04-2010 às 21:28:21

    tenho uma garrafa de vinho do porto borges de 1884 1984 do 1500 e vendoa a 1500 euros aceitas?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAna Teresa Ramirez

    07-10-2009 às 21:48:11

    Pois não é que gostei...parabéns...

    ¬ Responder
  • Fabiane GavioliABELZEBU

    05-10-2009 às 11:15:24

    Sou colecionador de telemoveis antigos... tenho alguns tijolos do tempo da "telecel" que penso que um dia poderão ter valor.

    ¬ Responder
  • RPGRPG

    11-06-2012 às 16:37:42

    ABELZEBU tenho um nokia 3410 a funcionar muito bem

    ¬ Responder

Comentários - O vicio da antiguidade

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Imagem por: Valeriana Solaris

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios