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Use o telemóvel com precaução

Categoria: Telemóveis
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Comentários: 3
Use o telemóvel com precaução

Uma autêntica maravilha da tecnologia moderna, os telemóveis vieram trazer ao mundo uma dimensão de “já aqui” (pelo menos até onde as imponentes antenas foram capazes de transmitir as ondas…). É incrível como se suprimem milhares e milhares de quilómetros, como a felicidade ou as más notícias podem ser veiculadas em tempo real, como uma chamada feita em situação de emergência é passível de salvar uma vida!

É claro que, depois, personalidades desviantes reconhecem-lhes vantagens mais perniciosas, que incluem o aviso da presença ou ausência de condições para efectuar roubos, a realização de ameaças, o acerto de pormenores de alguma fraude por parte de malandros de qualquer espécie, arranjinhos extra-conjugais, enfim, toda uma série de ilícitos que se tornaram mais fáceis, rápidos e precisos.

Os antepassados dos telemóveis que hoje conhecemos eram apelidados de “tijolos” e, quando se olha para eles e se pega num desses “jurássicos” percebe-se bem porquê: a forma é designativa, mas é o peso que os remete para a categoria de “arma de arremesso! Há quem desmaie por menos… Actualmente, assemelham-se mais a “ervilhas nervosas”, que vibram desalmada e freneticamente, à deriva num bolso ou numa mala, como se sofressem da doença de Parkinson. Às vezes, pelo seu reduzido tamanho e pela iminência de os perder, seria proveitoso engendrar uma adaptação do sistema de GPS para os localizar… Ou então colocar-lhes algo do estilo da pulseira electrónica, a fim de saber o seu posicionamento em cada momento.

Há pessoas para quem o telemóvel se tornou indispensável, por razões profissionais ou outras quaisquer, revelando total dependência deste aparelho. Para outras, porém, incarna mais uma definição de “telefixo”, dado que não lhe ligam nenhuma nem se preocupam em levá-lo quando saem. Como em tudo, os extremos não são salutares; há que recusar a escravidão do telemóvel e da disponibilidade absoluta, mas, por outro lado, desenvolver o aproveitamento da modernidade e do que ela tem para oferecer, que constitui factor de liberdade.

É profundamente desaconselhável transportar telemóveis próximo de cartões magnetizados (uma vez que os códigos podem ser apagados) ou de chaves de carro com controlo remoto. Também não é recomendável trazê-los no bolso da camisa, junto ao coração, mormente quando se tem um padecimento a nível deste órgão. Podem-se ter os amigos perto do coração de formas distintas…

Outros problemas que os telemóveis podem apresentar são as interferências, o esgotamento ou o “falecimento” da bateria e o prejuízo em termos de saúde das longas exposições às ondas.
Portanto, quando do outro lado se encontrar alguém que aparenta estar ligado à corrente, interfira você no sentido de o “desligar”…



Maria Bijóias

Título: Use o telemóvel com precaução

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    03-11-2014 às 02:37:38

    Muito bom mesmo esta consciência do uso do telemóvel com precaução. É bem certo que ele pode interferir em muito no nosso cotidiano. Temos que saber fazer bom uso e estar atento.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-06-2014 às 17:07:09

    Nossa, como o celular é indispensável nas horas mais improváveis. Na verdade, o celular era uma necessidade suprida, hoje ele virou diversão. Devemos utilizá-lo com a máxima precaução!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoNelson cravo

    19-12-2010 às 11:58:49

    As maravilhas modernas,futuramente poderão ser as maravilhas de destruição massiva dos seus criadores.

    ¬ Responder

Comentários - Use o telemóvel com precaução

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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