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Músicas dos anos 80

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Música
Visitas: 2
Comentários: 1
Músicas dos anos 80

Eu vivi intensamente os anos 80 pois foi a época da minha adolescência e juventude e uma das coisas de que mais sinto falta são as músicas daquela época.

Foi a época da geração New Wave com seus cabelos coloridos e músicas dançantes.

Um dos maiores ícones dessa geração new wave era o grupo B52´s,uma banda americana que emplacou grandes sucessos nas paradas e danceterias de todo o mundo .

Músicas como "Private Idaho", "Legal Tender" e "Love Shack" agitaram as pistas e marcaram época.




A variedade de bandas e estilos musicais dos anos 80 era muito grande, no início dos anos 80 bandas como The Police, Duran Duran, Men at Work, Talking Heads, Tears for Fears entre outros, venderam milhões de discos e emplacaram grandes clássicos como Every Breath You Take( The Police), Save a Prayer ( Duran Duran), Down Under ( Men at Work), Pale Shelter ( Tears for Fears).

Foi a época da explosão do que viria a ser o rei do pop.

Com seu álbum "Thriller", Michael Jackson escreveu definitivamente seu nome entre as grandes lendas da música.

Impossível ficar indiferente a canções como "Billie Jean", "Beat it", "Thriller", dentre outras.

Milhares de adolescentes e crianças ao redor do mundo passaram a tentar imitar as danças e coreografia de Michael Jackson.

Já pra metade final dos anos 80, cantoras como Debbie Gibson, Tracy Chapman, Kylie Minogue emplacaram também seus hits nas paradas do mundo todo.

Outro ícone dos anos 80 foram as cantoras Madonna e Cindy Lauper, apesar de estilos diferentes havia uma certa comparação por parte das pessoas de quem seria a melhor.

Posso citar ainda inúmeros outros artistas que marcaram os anos 80 como A-ha, The Smiths, Depeche Mode, David Bowie, Erasure, Elton John, Phil Collins, e tantos outros que não caberiam citar nesse artigo.

Sem contar os grandes artistas nacionais da época como Titãs, Legião Urbana, Para Lamas do Sucesso, Roupa Nova, Guilherme Arantes, e muitos outros.

É com muito saudosismo e nostalgia que relembro essa época, onde havia mais romantismo no ar, as pessoas pareciam mais humanas, havia muita paquera, sem a tecnologia de hoje em dia mas com certeza éramos muito mais felizes e claro, as músicas eram muito melhores que os funks e sertanejos de hoje.

Volta anos 80!!!!!!


Nilson Empreendedor

Título: Músicas dos anos 80

Autor: Nilson Empreendedor (todos os textos)

Visitas: 2

675 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    13-05-2014 às 20:34:14

    Também gostaria muito que a música dos anos 80 voltasse, mas que voltasse ainda melhor. Atualmente, as músicas estão tão pobres de estilos, sem identidade.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Músicas dos anos 80

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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