Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Música > O começo deve vir do começo!

O começo deve vir do começo!

Categoria: Música
Visitas: 18
O começo deve vir do começo!

Não são poucas as pessoas que querem ingressar no meio musical seja para gosto pessoal, para ganhar dinheiro ou para dar um "upgrade" em sua imagem social. Afinal, todos param para ouvir aquele músico que executa com sentimento e sensibilidade a melodia escolhida. Sensibilidade esta que está sendo perdida cada vez mais com o passar dos anos.

Novas coisas, que estão chamando de música, surgem a cada dia e o assunto quase sempre é falar do meu carrão, da minha geladeira que tá lotada de geladas, do meu pai que morreu e deixou uma puta de uma herança pra mim e agora fiquei lindo e etc etc etc. Onde está o problema de tudo isso? Como ver e ouvir isso tudo calado? Qual a solução? Simples. O problema é a base, o começo, a fundação. Sem agrotóxicos o vegetal não sobrevive, pois as pestes o destroem. O vegetal é a música, as pestes a sociedade e os agrotóxicos somos nós.

Porém, se não tivermos uma mente já formada culturalmente antes de tentarem enfiar em nossa cabeça um "Lepo-lepo", facilmente podemos ser abduzidos pela morfina da música hereditária -de amigo para amigo-, podendo ser tarde quando percebermos que estamos colocando "Vai taca" no aniversário de três anos dos nossos filhos.

Por favor, não estou em momento algum discutindo sobre gosto musical, afinal esses "trecos" impostos aos nossos ouvidos não podem sequer ser considerados como música. Estou apenas citando a inutilidade de canções fervorosas que colam na nossa cabeça como aqueles Jingles de lojinhas.

E você me pergunta: "Mas Gustavo, se seus argumentos são tão fortes em relação a isso, e todo mundo que tem o mínimo de consciência percebe essa destruição da cultura, porque ainda são divulgadas essas "músicas" nas rádios e TV's?".

Digo que a reposta é simples, mas a situação não: Isso é um ciclo vicioso! A rádio toca "funk ostentação" e as pessoas que a ouvem acreditam que isso é o que devem ouvir para serem aceitos na sociedade, pois está tocando na "voz do povo".

Como consequência, o que as pessoas mais ouvem é "funk ostentação", e a rádio quer ganhar mais ouvintes, então o que ela faz? Você já adivinhou: toca "funk ostentação". Isso também gera novos artistas desse estilo, fazendo não só com que o ciclo continue, mas também que ele atinge novas proporções.

Não sei você, leitor, -isso pode até soar um pouco conservador, e as feministas vão pirar- mas eu não quero ver meu neto indo à balada, ou indo ao baile funk, só porque a sociedade vai. A solução para que nossos filhos tenham as próprias escolhas é que mostremos a eles o leque de opções para se divertirem também sozinhos.

Devemos ensiná-los a serem independentes, principalmente da sociedade. Além disso todos deveriam fazer uma aula de música com um bom professor antes de definir seu gosto musical e, voltando ao começo, também ensiná-los a terem sensibilidade não só com a música, terem sensibilidade também com a vida, para que essa possa ser sentida em cada passo do nosso dia.


Gustavo Rigamonte

Título: O começo deve vir do começo!

Autor: Gustavo Rigamonte (todos os textos)

Visitas: 18

2 

Comentários - O começo deve vir do começo!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um caminho para curar o transtorno alimentar

Ler próximo texto...

Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

Pesquisar mais textos:

Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios