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O poder da música

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Música
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Comentários: 1
O poder da música

A música, considero ser uma das melhores criações da humanidade. Uma boa musica faz-nos sentir emoções profundas, alegria e ajudar-nos a abstrair-nos da confusão e velocidade estonteante do mundo que nos rodeia e ajuda-nos a centrar no aqui e agora ou pura e simplesmente nos nossos sentimentos.

Grandes compositores e granes letras fazem parte da nossa memória coletiva, inclusivamente marcam momentos históricos significantes. Algumas das melhores letras foram escritas e interpretadas em momentos significativos da história mundial ou outras devido à escolha de alguém passaram a ser hinos que nos remetem para certos eventos históricos.

Devemos também referir o poder curativo da música não só no nosso quotidiano, em que muitas vezes não temos noção do ótimo efeito que faz ao nosso estado de espirito o rol de musicas que ouvimos no radio enquanto trabalhamos, bem como existem tratamentos médicos que usam a música como forma terapêutica no tratamento de crianças que necessitem de um especial cuidado na educação.




Também surgiram grandes movimentos artísticos (dança e pintura) que tiveram as suas raízes no uso da música como musa dos seus autores (Andy Warhol e o Studio54, etc).

A música inspira-nos e leva-nos a querer soltar o artista que há em nós, quantas vezes ao ouvir um determinada faixa, não começamos na nossa mente a construir um cenário ou sequência de imagens para complementar o que estamos a ouvir. É daqui que advêm os vídeo clips que agora tornaram-se tão ou mais importante do que a música que acompanham.

O ser humano seria realmente muito diferente sem este fenómeno que chamamos de música, o que seria dos nossos dias, das nossas manhãs a caminho do trabalho, que seca deve ser ter de trabalhar sem ter a possibilidade de ter musica a passar na rádio ou no computador. Para mim seria o mesmo que me cortarem um braço.

Use a música como um escape do dia a dia, seja no trabalho ou em casa, cante e dance aquelas músicas que tanto gosta e verá o que tem andado a perder. Curta o som!


Bruno Jorge

Título: O poder da música

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    13-05-2014 às 20:42:27

    A música tem o poder tanto para o bem como para o mal. Nós temos que saber discernir quais que nos prejudicam. E nos aproveitar daquelas músicas que tanto nos colocam em alto astral.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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