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Dar música às crianças

Categoria: Música
Visitas: 6
Comentários: 1
Dar música às crianças

Desde cedo que a música exerce um imenso poder sobre as nossas emoções e sobre os nossos actos. Na barriga da mãe ou no berço um bebé está já a aprender música. As melodias que no inicio ouve são apenas bater do coração da mãe. Com o passar do tempo, o bebé passar a ligar-se ao exterior. Através da música que o rodeia e das cantigas que a mãe canta. A música é assim já um elo de ligação entre ambos. Estudos mostram que ouvir música clássica durante a gravidez ajudam no desenvolvimento do cérebro do bebé

Se a música é capaz de transmitir emoções a uma grávida, o mais provável é que o bebé que ela traz dentro da barriga seja contagiado, não só pelos sons, mas também pela sensação de bem estar que esses sons provocam na mãe. O bebé sente-se tranquilo e seguro.

Está provado que os bebés se recordam das músicas e das cantigas que ouviam quando estavam na barriga da mamã. Daí se estimular e se incentivar as grávidas a ouvirem música e a cantarem muito durante os nove meses de gestação. Depois de nascerem os bebés são capazes de se acalmarem ao ouvirem a voz da mãe ou as cantigas e músicas que esta mais ouvia quando ele ainda estava na barriga.

Mais calmos, mais sensíveis, mais inteligentes... Serão provavelmente assim os bebés que, desde cedo, se familiarizarem com a música. Cantar para um bebé é essencial, porque eles precisam e merecem.

São muitas as formas de fazermos música com os nossos os bebés, com canções de embalar, jogos de exploração do espaço, música gravada.

As crianças que crescem em ambientes ricos musicalmente, desenvolvem a aprendizagem e a comunicação mais rapidamente do que as outras crianças. Ao ouvirem música e a cantarem, as crianças aprendem a concentrar-se, e treinam a capacidade de memorização.

Está provado que uma criança que tenha uma boa educação musical tornar-se-á um excelente aluno em diversas áreas, tais como a matemática e o português, e em disciplinas que requeiram criatividade. Desenvolve ainda um carácter mais sólido e o espírito de liderança.



Catarina Bandeira

Título: Dar música às crianças

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 6

789 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    13-05-2014 às 20:48:26

    Com certeza que a música influencia grandemente na vida de uma criança. É nessa faze que ela está a descobrir sua identidade e cabe aos pais oferecerem músicas com qualidade. Hoje em dia é um pouco difícil, mas fazendo uma pesquisa é possível encontrar músicas boas e que vale a pena ouvir.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Dar música às crianças

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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