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Softwares para diagnóstico de Hardware

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Informática
Visitas: 8
Softwares para diagnóstico de Hardware

Atualmente, com o crescimento da tecnologia e o mundo dos computadores, muitos usuários estão se interessante em saber mais sobre essas máquinas incríveis. Seja por curiosidade ou por necessidade, a realidade é que as pessoas se interessam mais que antigamente.

Em determinadas situações, saber um pouco sobre tudo que está ali dentro do computador (não só os softwares) pode ser útil e essencial. Imagine o seguinte caso: você compra um computador e coloca algumas peças a mais nele com um objetivo específico. Depois, quando vai verificar se o objetivo foi atingido, por exemplo, rodar algum programa pesado, o retorno desejado não acontece. Às vezes, isso pode ocorrer por equívocos na compra das peças da máquina. Você achava que seria o suficiente, pois as informações vistas na peça era o que precisava. Mas, no final não era exatamente o que foi passado á você.

Para ajudar nisso, existe alguns softwares que são capazes de exibir todas as informações dos hardwares instalados nas máquinas. Confira alguns dos mais utilizados.

CPU-Z

Esse software é ideal para usuários comuns e usuários mais avançados. Muito eficiente quando é necessário obter mais informações sobre o processador, a placa-mãe e a memória.

Ele possui utilização simples e ocupa pouco espaço no HD. Porém, ele exibe apenas as informações superficiais, não sendo muito recomendado quando é preciso detalhes mais específicos.

Fresh Diagnose

Esse programa é bastante interessante, sendo capaz de exibir informações tanto sobre os hardwares como os softwares de sua máquina. Sua interface é simples e em português, o que facilita sua utilização.

Com esse aplicativo, você será capaz de ver desde os processos que estão sendo executados no computador até a versão da bios da placa-mãe.

GPU-Z

Esse programa é semelhante ao CPU-Z, porém é específico para a análise de placas gráficas. Ele é capaz de mostrar diversas informações da placa de vídeo, possibilitando verificar se elas estão corretas com as fornecidas pelo fabricante. Frequência e tipo de processador gráfico e a versão do DirectX são alguns dos detalhes exibidos por esse software. Também é possível analisar ao mesmo tempo, mais de uma placa gráfica conectada ao computador, se for o caso.

PC Wizard

O PC Wizard é parecido com o Fresh Diagnose, em questões de recursos e interface. O aplicativo consegue fornecer informações do sistema operacional e dos hardwares da máquina. Um diferencial dele é a capacidade de realizar alguns testes, tanto individuais como na rede, examinando o computador como um todo.

Everest

Esse aplicativo é um dos mais famosos e completos dentre os mencionados aqui e outros existentes no mercado. Tem a capacidade de exibir diversas informações sobre o sistema operacional e os hardwares. Além disso, o Everest pode ser executando em segundo plano, não incomodando os usuários. Um detalhe que atrapalha um pouco é o fato do software não ser gratuito, deixando sua versão de teste limitada a funções básicas.

HD Tune

Esse software é muito interessante, pois ele é especifico para a análise de HD. É um aplicativo gratuito, leve e simples de utilizar. Ele não será capaz de informá-lo o motivo da lentidão de seu HD, porém pode fornecer detalhes sobre a velocidade, efetuar testes e, na aba “Health”, informar sobre a qualidade da vida útil de seu HD. Uma expectativa, claro.

Com a utilização desses softwares, você poderá analisar seus hardwares e verificar o que pode estar errado ou se as informações passadas a você na compra da peça, eram verdadeiras. Se você já utiliza ou irá utilizar esses softwares, compartilhe sua experiência e comente!


Lucas Souza

Título: Softwares para diagnóstico de Hardware

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

Visitas: 8

693 

Comentários - Softwares para diagnóstico de Hardware

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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