Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Imóveis Arrendamento > A Arte de Negociar

A Arte de Negociar

Comentários: 1
A Arte de Negociar

Quantos de nós tem uma veia de negociante? Regatear o valor das coisas, mesmo que estas estejam em promoção. Pedir descontos, uma atençãozinha, um preçozinho especial. Na realidade, todos temos este hábito. Mesmo que não o façamos descaradamente, aquele torcer de nariz indica ao vendedor que o negócio ou a compra ficam feitas se o preço for um bocadinho negociado.

Ora se temos este hábito para qualquer produto, saiba que o mesmo pode acontecer sem que se trate de uma camisola, uma peça de arte ou até um carro.

Se procura casa para arrendar e finalmente a encontrou, saiba como negociar o valor da renda.

Existem vários aspetos por onde começar. Se na procura que fez visitou outras casas para arrendar na mesma zona, é agora, no momento de negociar um excelente argumento. Pense nas características das outras casas e no valor que estavam a pedir pela sua mensalidade. Argumente falando na área e do custo do aluguer da zona.

Se verifica que o preço se encontra em harmonia com a zona, é aconselhável que não argumente por aí. Será de mau tom e mostrará não ser um bom negociante mas um verdadeiro mesquinho financeiro.

O estado geral da casa também pode servir para negociar. Se a casa necessita de uma pintura por exemplo, ou o autoclismo está avariado, tente negociar um valor mensal mais baixo, comprometendo-se que vai pintar por exemplo a sala e o quarto. Independentemente do tempo que está a pensar arrendar o imóvel, o proprietário vai imediatamente perceber que o seu futuro inquilino gosta de uma casa arranjada e limpa. Para um senhorio, assegurar que o arrendatário vai tratar do seu imóvel, é meio caminho andado para o descanso.

O facto de o prédio não estar em bom estado, ou até mesmo a inexistência do elevador são fatores de peso, pois não estará nas mãos do proprietário alterar essa situação, pelo menos com alguma facilidade e num curto espaço de tempo.

Argumentar que carregar compras para um 3º andar sem elevador não lhe dá muito jeito, pode ser um ponto a seu favor para negociar o valor da renda da casa.

A vizinhança, a caldeira que faz barulho quando trabalha, o difícil estacionamento, ou o distanciamento dos transportes públicos são argumentos justificados e legítimos.

No entanto, é aconselhável que não argumente disparatadamente. Argumentos absurdos e injustificados não vão mostrar o melhor de si, e nunca se esqueça que o senhorio pode simplesmente no fim da conversa que não lhe quer arrendar a casa.


Carla Horta

Título: A Arte de Negociar

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 0

791 

Imagem por: Search Engine People Blog

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-05-2014 às 22:33:27

    É preciso aprender como negociar. Ás vezes, somos tão envolvidos e a pessoa acaba nos vencendo. Ainda mais quando o assunto é aluguel, tens que pesquisar muito e negociar o melhor para ambas as partes.

    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - A Arte de Negociar

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Martelos e marrettas

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios