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Como Dividir as Despesas do casamento

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Eventos
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Como Dividir as Despesas do casamento

O dia do casamento é para se ser feliz. É um dia para recordar e para reviver se esse for o seu desejo.

Se o dia do casamento é repleto de coisas boas e memoráveis, prepará-lo pode não ser assim tão fácil. Escolher entre uma cerimónia civil ou religiosa, escolher o local, as ementas, as lembrancinhas, o ramo, o vestido, o fotografo, enfim, um nunca mais acabar de coisas para escolher, estudar e no final de contas pagar para gozar.

Ao falar-se em pagar, existem algumas coisas a ter em conta. Quem paga o quê?
Se existem protocolos para uma imensidão de coisas, no que diz respeito á hora de pagar coisas dos casamentos, também existe.

Longe vão os tempos em que era o pai da noiva quem pagava todo o pagamento, como se de um dote se tratasse. No entanto, mudaram-se os tempos e as vontades. Vamos então aos protocolos.

Se os noivos são solteiros e ainda vivem na casa dos pais, terão de ser os mais velhos a pagar o casamento. Cabe a cada uma das partes pagar os seus convidados (no que diz respeito ao copo de água), ou seja, os convidados da família da noiva, serão os pais desta a pagar e vice-versa. O DJ ou a banda para a festa também estará a cargo dos pais dos noivos.

Quanto ao fotografo, cada convidado paga as suas, mas as qua ficam para os noivos, terão de ser estes a pagar. Peça um preço especial ao fotografo.

Fatos e vestidos, cabem aos padrinhos. A madrinha da noiva terá de comprar também a lingerie e o ramo.

Lembracinhas estarão a cargo dos noivos, tal como os convites.

Na eventualidade dos noivos serem divorciados ou já viverem em casas independentes das dos progenitores, então terão de ser estes a pagar toda a despesa, exceto todas aquelas que digam respeito aos padrinhos, que neste caso se mantém.

Em todo o caso e independentemente do orçamento que tem para gastar, uma coisa a ter em conta é a qualidade. Isto será sempre indispensável, mesmo que tenha de abdicar de pequenas coisas de um lado para poder gastar um pouco mais de outro.

Claro que tudo isto se trata de um protocolo, pois na prática o que conta mesmo é viver um dia em grande, mesmo para quem tem de pagar a maior fatia.


Carla Horta

Título: Como Dividir as Despesas do casamento

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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