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A Etiqueta No Dia Do Casamento

Categoria: Eventos
A Etiqueta No Dia Do Casamento

Quando o assunto é casamento, muito há para se discutir, planear, combinar e concretizar para que tudo corra bem no dia “D”. Se é importante a elaboração da Lista de Casamento, os Convites, a Lua de Mel e o Copo de Água, existem coisas fundamentais que os noivos devem ter especial atenção neste dia tão especial – A etiqueta e o protocolo do Casamento.

No próprio dia existem aspetos importantes a ter em conta e se é por natureza uma pessoa ansiosa, confie na madrinha, na mãe e nas amigas chegadas para fazerem algumas tarefas para que tudo dê certo.

Na receção que é feita em casa antes do casamento, a noiva já deve estar preparada ou com poucos arranjos para fazer. Por esta altura deve chegar o fotógrafo para as fotografias enquanto solteira e com alguns dos convidados. Sorria e tranquilize-se. Todos os presentes estão ali para festejar o seu grande dia. Apesar de se compreender os atrasos das noivas, estes não se devem estender por todo o dia e deve começar exatamente por aqui. A mesma regra se aplica ao noivo que este sim, não se pode mesmo atrasar.

Cumprimente toda a gente e seja o mais sociável possível.

Após a cerimónia, deixe-se beijar pelos que mais gostam de si. É hábito cumprimentarem os noivos logo após o “aceito”, pelo que todos querem chegar perto dos noivos.

Por norma, quando se chega ao local do copo-de-água se este tiver jardim, os convidados tiram fotografias com os noivos. Nesta altura acompanhe alguns convidados a tomarem um aperitivo para que esta não seja a “altura aborrecida” do casamento.

Durante a receção é essencial que os noivos percorram a sala para falar com os convidados. Esta altura é fundamental para que pergunte se está tudo bem e se necessitam de alguma coisa. Não deve perder muito tempo com numa só mesa, pois deverá percorrer todas elas durante a refeição principal.

A primeira dança, após a refeição principal é para os noivos, mas é importante que o noivo dance com a sua mãe e que a noiva faça uma dança especial com o pai.

Na altura de lançar o ramo, não se esqueça que vão sempre existir algumas solteiras desesperadas e não se esqueça que as divorciadas divertidíssimas também contam. Nesta altura mantenha a calma e goze o momento.

Em todas as alturas os noivos terão de ter toda a atenção com os convidados. Eles estarão felizes por vocês e afinal de contas, estão a partilhar convosco o dia mais feliz da vossa vida.


Carla Horta

Título: A Etiqueta No Dia Do Casamento

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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