Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Arte > Arte Islâmica

Arte Islâmica

Categoria: Arte
Visitas: 4
Comentários: 1
Arte Islâmica

O Profeta Maomé fundou o Islamismo por volta do século VII d.C., e quando morreu, seguiu-se-lhe os califas. O Islamismo é uma religião monoteísta que tem ligações com a religião hindu, cristã e judaica, partilhando um conjunto de figuras e ensinamentos. O mundo islâmico não possui unidade política, mas inúmeros reinos.

A formação da arte islâmica teve duas fases: a 1ª fase ocorreu entre 622/700 d.C., muito dependente dos modelos bizantinos e persas. A Cúpula do Rochedo foi construída em Jerusalém. É o mais antigo dos grandes edifícios islâmicos que chegaram até hoje. Foi mandado construir pelos Omíadas, a 1ª dinastia muçulmana. Tem planta octogonal, dois deambulatórios em redor da rocha central, cúpula de madeira e exteriormente dourado. No interior, mosaicos luxuosos, pintura mural e placas rectangulares de mármore. A decoração englobava a escrita árabe, motivos geométricos e elementos vegetais e florais. A 2ª fase teve lugar no século VIII, definida pelos modelos próprios. O Cabba é um exemplo de edifício desta fase. É um cubo vazio no interior, com um só compartimento. As paredes são revestidas com granito da região e a porta é de ouro maciça.

Nas cidades principais, como Damasco, os califas Omíadas , do Islão inicial, construíram as primeiras grandes estruturas dedicadas ao culto muçulmano público. As primeiras mesquitas lembram a casa do Profeta Maomé, com um pátio rectangular, normalmente rodeado por arcadas cobertas e uma grande hipostila. Visto que a oração é um momento de comunicação directa entre o oriente e o deus, as primeiras mesquitas eram de natureza prática. Existiam várias entradas e saídas para as idas e vindas constantes á mesquita. Um simples minbar (púlpito) servia para a transmissão dos sermões após oração do meio -dia da sexta-feira. E um mihrab (nicho) vazio era adicionado á parede qibla, para indicar a direcção de Meca. Tapetes cobriam o chão, fornecendo uma área limpa para os fiéis estarem de pé, ajoelharem-se, fazer vénias. Pequenos lagos ou fontes no pátio permitiam a lavagem cerimonial das mãos e dos pés exigida antes da oração. Mais tarde surge o minarete , uma torre, que chamava os fiéis para a oração que se realizava cinco vezes ao dia por um muezzin, um homem com uma bela voz.

Daniela Vicente

Título: Arte Islâmica

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 4

761 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Eliezer

    06-03-2014 às 10:06:33

    Recomendo um ótimo site sobre arte islâmica, de arquitetura até pintura, muito bom.

    http://fotografia.islamoriente.com/pt-br

    ¬ Responder

Comentários - Arte Islâmica

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Superstições Náuticas

Ler próximo texto...

Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

Pesquisar mais textos:

Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios