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Antropologia e a Psicanálise - O que diz sobre nós?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Comentários: 2
Antropologia e a Psicanálise - O que diz sobre nós?

A antropologia é a ciência que estuda o homem enquanto espécie primata e a humanidade, ou seja, os seus símbolos e produtos culturais. Uma ciência conquistou o seu lugar evoluindo através de informações, de vivências e descrições de costumes feitos pelos que muito viajam afirmando a necessidade da pesquisa de campo e aprofundamento do conjunto de discrições etnográficas de todos os povos do mundo que vinham acumulando-se. Distingue-se da Sociologia e da Economia Política as Ciências Humanas que é uma ciência que estuda costumes e estilos de vida. A antropologia estabelece uma relação com essas ciências afirmando os seus próprios métodos e teorias de diversas procedências.

No entanto, a psicanálise pode ser descrita como um procedimento específico de psicoterapia, uma teoria da personalidade e uma teoria da cultura ou filosofia sobre a natureza humana. Segundo Freud, a psicanálise evolui num campo muito restrito. Ao princípio tinha apenas um objetivo: compreender algo da natureza além daquilo que era conhecido como doenças nervosas funcionais, com vista a ultrapassar a impotência que até então caracterizava o seu tratamento médico e tinha desde o início a expectativa de participar do desenvolvimento cultural.

Habitualmente, a Antropologia divide-se em Antropologia Cultural e Antropologia Biológica. Cada uma delas com as suas contribuições específicas para o estudo da mente e do comportamento humano.

No seu processo de construção envolveu várias correntes de pensamento, onde as contribuições da psicanálise são relevantes. Na Antropologia Cultural temos que considerar as aplicações da Antropologia às emoções, à saúde e à Psicologia onde, supostamente, a psicanálise se insere. Na Psicologia há um ramo inquestionável associado à psicanálise. Tem uma ligação interdisciplinar com o segmento da Antropologia que estuda a interação de processos culturais e mentais ou cognitivos e uma área também comum à Psicologia do desenvolvimento que também analisa a forma como se realiza a socialização dentro de um determinado grupo cultural. Esta interdisciplinaridade permite-nos compreender melhor como a cultura molda a cognição humana, a perceção, a emoção, a sexualidade, a motivação e a saúde mental.

As contribuições da Sociologia distinguem-se da Psicologia Coletiva por delimitar a morfologia do social em vez de lidar com a abstração da coletividade, ou seja, da consciência do grupo sem o seu substrato material e concreto.


Daniela Vicente

Título: Antropologia e a Psicanálise - O que diz sobre nós?

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    29-08-2014 às 13:17:41

    É de grande importância os estudos a respeito do homem e seu meio. Com o tempo, muito dos estudos descobertos sofreram mudanças nesse assunto, já que o ser humano é super complexo. A noergologia é uma ciência nova, bem fundamentada e que tem trazido um novo conceito da mente humana como algo criador, divergindo dos estudos da psicanálise de Freud! Adoro esse assunto!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    11-09-2012 às 17:08:33

    Tive o privilégio de tirar a licenciatura em Antropologia no ISCTE, estando agora a caminho do mestrado. Numa altura de crise económica em que todos nos alertam para os perigos dos de ingressarmos em ciências sociais, considero que o problema reside concretamente no sistema que as considera inúteis: vivemos uma crise de valores, criada por pessoas sedentas de lucro, que são exactamente o oposto dos cientistas sociais. Somos nós, pois, que devemos lançar o alerta.

    ¬ Responder

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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