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Viajar sozinho – Uma Aventura Única

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alojamento
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Comentários: 3
Viajar sozinho – Uma Aventura Única

Se há quem não se imagine sem companhia no dia-a-dia, menos se imagina desacompanhado durante a temporada de férias. Seja da família, do companheiro(a) de jornada ou por um amigo, a maior parte das pessoas goza o merecido período de férias bem acompanhado. Mas e se o desejo for o de viajar sozinho? Que riscos, que aventuras, que coisas boas se pode esperar quando se coloca uma mochila às costas e se parte em direção a um horizonte que nos pode levar a qualquer lado ou a lado nenhum?

Se há uns anos a ideia de viajar sozinho não passava de uma aventura em que só alguns se dispunham, nos dias que correm começa a ser prática comum. Muitas vezes o aventureiro não tem destino certo e a única coisa que leva planeada é o primeiro transporte que apanha. Norte ou sul será a primeira intuição e a partir daí tudo é inesperado.

Fazem novas amizades e desfrutam de uma visão única do mundo saboreada consigo mesmo. Gozam-se a si próprios e conhecem-se de forma profunda. Sabem que a qualquer altura podem voltar, mas por norma a vontade de caminhar sozinho é aquela que mais perdura.

Os alojamentos podem ser quaisquer um e como viajam com a mochila às costas, acampar é uma constante.

Os custos podem ser mínimos e as amizades que se fazem são para toda a vida. Muitos destes viajantes solitários acabam por muitas vezes abraçar escondidas vilas e aldeias e são acolhidos pelos seus habitantes como só nestes pequenos lugares se consegue receber.

Ver as estrelas á noite e o nascer do sol em qualquer lugar diferente pode ser encantador, mas que perigos podem ocorrer para quem viaja sozinho?
Bem, antes de mais os assaltos podem ocorrer, pelo que quem viaja sozinho e caminha com dinheiro no bolso corre esse risco.
Dormir ao ar livre é perfeito, mas depende do sítio onde o fazem. Campismo selvagem é uma aventura única, mas evite fazê-lo sozinho e sem formação (como os escuteiros) para o caso.

Ser acolhido por alguém que não conhecemos pode ser fantástico. Conhecer gentes de outros “mundos” com outros hábitos é uma forma de nos cultivarmos apaixonante, mas é necessário ter atenção. Apesar de em pequenas aldeias por norma encontrarmos pessoas fabulosas, o mundo não é todo feito de fantasias e acolherem-nos de forma excessivamente calorosa pode ser estranho.

Se é um verdadeiro aventureiro, viaje sozinho e disfrute da melhor companhia do mundo – a sua. Com cuidados e sobreavisos, mantenha-se calmo e sem stress, afinal, você está de férias.


Carla Horta

Título: Viajar sozinho – Uma Aventura Única

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    21-04-2014 às 16:58:06

    É uma boa opção de viagem. Às vezes, viajar sozinho dá a oportunidade de conhecer vários lugares e fazer novas amizades. A Rua Direita sugere também ter cuidado. Sempre é bom não andar sozinho em lugares desertos.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 18:24:19

    Eu adoro viajar e já fiz algumas viagens em que estive momentos sozinha, mas não gosto. Falta o momento da partilha, que é muito importante para mim. Gosto de ter as viagens muito bem planeadas e gosto de fazer em média 3 viagens por anos para me sentir minimamente realizada. Viajar completa o meu gosto pela arte. Adoro conhecer os lugares que oiço falar nas aulas. Viajar e Arte, duas combinações perfeitas para mim.

    ¬ Responder
  • Ana SebastiãoAna Sebastião

    07-09-2012 às 12:19:20

    Sem dúvida pode ser agradável. Quem viaja sozinho escolhe o ser percurso e pode ver exactamente aquilo que quer. Já fiz uma dessas, com direito a uma caminhada longa, coisa que com determinadas companhias seria impensável, sobretudo com um sol brilhante e 41º de temperatura... Gostei da abordagem ao tema.

    ¬ Responder

Comentários - Viajar sozinho – Uma Aventura Única

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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